Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

HISTÓRIA DA IGREJA _ PAGANIZAÇÃO do CRISTIANISMO

 Quando o Imperador Constantino, supostamente, se tornou cristão, no ano 313 (algo que, na verdade, foi uma astuta manobra política), deu liberdade aos cristãos e deu status oficial ao cristianismo conjuntamente com o paganismo. Uma vez que a Igreja agora se tornara uma instituição religiosa absorvida pelo Império, Constantino, como imperador, precisava ser reconhecido como o seu líder "de facto". E como tal, ele convocou o primeiro concílio ecuménico, o de Nicéia, em 325, estabeleceu os assuntos a serem tratados, fez o discurso de abertura e presidiu-o, não estando interessado na verdade do Evangelho, mas sim na unificação do seu império.

Carlos Magno fez algo semelhante no Concílio de Chalon, 500 anos mais tarde. Constantino foi o primeiro ecumenista e introduziu o erro numa igreja cristã já cansada de tanta perseguição.

Ao mesmo tempo em que dirigia a Igreja cristã, continuava a encabeçar o sacerdócio pagão, celebrando cerimónias pagãs e endossando a edificação de templos pagãos, mesmo depois de começar a construir as primeiras igrejas cristãs.

Como chefe do sacerdócio pagão, ele era o Pontifex Maximus (sumo pontífice) e precisava de um título semelhante como cabeça da Igreja Cristã. Os cristãos honraram-no com o título de "bispo dos bispos", enquanto Constantino preferiu dar a si mesmo o título de Vicarius Christi (vigário de Cristo).

Ele queria dizer que era um "outro Cristo", agindo no lugar de Cristo. Quando traduzido para o grego, podemos ver que Vicarius Christi significa literalmente Anticristo. Constantino era o protótipo do Anticristo profetizado na Escritura, o qual ainda está por vir.

Na Idade Média os bispos de Roma começaram a afirmar que eram os novos representantes de Cristo na terra. Exigindo que a Igreja do mundo inteiro ficasse sujeita ao seu governo, proibiram qualquer bispo de ser chamado "papa" (pai) e tomaram para si mesmos os três títulos de Constantino: Pontifex Maximus, vigário de Cristo e bispo dos bispos, títulos que usam até hoje.

Como os papas afirmaram ter absoluto poder sobre os reinos, o povo e as suas propriedades foram taxados, desse modo uma grande corrupção penetrou na Igreja Católica Romana. Os reformadores e seus credos foram unânimes em identificar cada papa com o Anticristo. Contudo, a Escritura não dá sustentação a essa afirmação. O Anticristo é único, sem precedentes nem sucessores. Ele será o novo "Constantino", o governante de um Império Romano revivido.

 

Dave Hunt - A Mulher Montada na Besta Vol I

Próxima nota: Consequências da Religião Estatal