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NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

MARIA _ A FALÁCIA DOS ARGUMENTOS DA ICAR

Argumentos que a Igreja Católica Romana usa para justificar os títulos pós-morte que atribuiu A Virgem Maria, argumentos dos que defendem a adoração a Maria, sua atuação como Mediadora e Padroeira, sua qualidade de Mãe de Deus, e outros títulos e missões que lhe foram entregues por homens desobedientes à Palavra de Deus:

 

1_ "todas as gerações me chamarão bem-aventurada," (Lucas 1:48) _ Esta declaração de Maria é apresentada para justificar o culto que lhe instituiram.

 

Contestação: O dicionário Aurélio diz: "bem-aventurado" quer dizer muito feliz. É também a situação "daquele que, depois da morte, desfruta da felicidade celestial eterna". Significa "santo".

Jesus chamou bem-aventurados aos pobres de espírito, aos que choram, aos mansos, aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacificadores, e aos que sofrem perseguição por causa da justiça (Mateus 5:3-10). A Bíblia diz: "Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor, que em seus mandamentos tem grande prazer". (Salmo 112:1); "Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte;" (Apocalipse 20:6); "Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, pois não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai que está nos céus" (Mateus 16:17).

Há muitas outras bem-aventuranças: Salmos 1:1; 2:12; 32:1; 106:3; 119:1; 146:5; Mateus 24:46; Apocalipse 22:7. A Bíblia ensina de forma clara que: bem-aventurados somos todos nós que seguimos a Jesus. Essa felicidade (bem-aventurança) não nos dá o direito de sermos adorados, quer em vida, quer depois da morte. A bem-aventurança que nós asseguramos em vida, pela aceitação do SENHORIO de Jesus, estende-se por toda a eternidade. O facto de Maria ter sido chamada "Bem-aventurada", não significa uma doutrina, mandamento ou ensino no sentido de lhe prestarmos culto.

 

2_ Numa festa de casamento, em Caná da Galiléia, Maria disse aos empregados: "Fazei tudo o que ele vos disser". (João 2:5)

 

Contestação: Essa passagem é muito citada pelos que cultuam Maria. Não consigo ver passagem  nenhum motivo para justificar tal culto. Se a declaração fosse de Jesus, ordenando que os serviçais obedecessem em tudo à sua mãe, poderíamos parar para meditar. Mas não foi assim. Maria, percebendo que Jesus estava disposto a operar o milagre da transformação da água em vinho, recomendou aos empregados que seguissem à risca as instruções do Mestre. Só isso. Nada mais do que isso. A história morreu aí. Mas, se quisermos admitir a remota hipótese de que Maria falava às gerações futuras, lembremo-nos o que Jesus disse: "Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás" (Mateus 4.10). Este simples mandamento, exclui Maria de qualquer espécie de adoração. Como cristãos, devemos realmente ouvir o conselho de Maria: façamos tudo o que Jesus nos ordena. O que aconteceu nas bodas de Caná deve servir, refletirmos: Quando Maria transferiu a resolução do problema (transformar a água em vinho) para Jesus, mostrou a sua incapacidade de o resolver. 

Se ela fosse "Mãe de Deus" não teria poderes para transformar água em vinho?

Ou será que, naquela época, ela ainda não era mãe de Deus?

Só passou a sê-lo após sua morte?  Maria não operava milagres em vida, nem os opera depois de sua morte.

 

3_ "Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa." (João 19:26-27) Para tentar justificar o injustificavel, os líderes da ICAR lançam mão destes versículos para afirmar: Maria é noss mãe espiritual, porque Jesus a entregou aos cuidados de um discípulo, e nós somos discípulos de Jesus.

 

Contestação: Jesus, momentos antes de morrer, disse à sua mãe: "Mulher, eis aí o teu filho" e disse ao discípulo a quem Ele amava: "Eis aí tua mãe". "E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa". Resumindo: Jesus entregou sua mãe aos cuidados do discípulo querido, João. Jesus deu exemplo de um grande amor filial, lembrando-se de sua mãe num momento de grande agonia. A intenção de Jesus não foi constituir a  Maria mãe espiritual da humanidade.

 

4_ Maria é mãe de Deus porque Jesus é Deus e ela é Sua mãe!

 

Contestação: Racionalmente, se isto fosse verdade, podíamos dizer que Deus é filho adotivo de José. Será José padrasto de Deus?

Maria foi um instrumento usado por Deus, no Seu plano de salvação da humanidade, para que o Verbo se fizesse carne. Se Maria, aquela Maria, não estivesse disponível, se ela não amasse o Senhor de todo o coração, alma e entendimento, Ele escolheria outra Maria... uma que estivesse pronta para O servir.

 

5_ Maria, na qualidade de mãe de Jesus, é co-redentora!

 

Contestação: A palavra de Deus não promoveu Maria a uma posição de igualdade com o Filho. Maria é Deus? Qual é a intenção da ICAR? Colocar a humilde serva do Senhor como uma quarta pessoa da Trindade? Só assim se entendem os títulos de: Mãe de Deus, Advogada, Mediadora, Adjutora, Senhora, co-Redentora, Protetora, Rainha dos Céus, Mãe de todos, Intercessora, Sempre Virgem, Imaculada, Concebida sem pecado, e

outros. O problema é que a Bíblia não dá respaldo a todas estas invençoes!

O ÚNICO Redentor é Jesus, e como Redentor e Messias Ele foi esperado: "E virá um Redentor a Sião e aos que em Jacó se converterem da transgressão, diz o SENHOR." (Isaías 59:20)

Não lemos em lugar nenhum da Bíblia que, paralelamente, viria uma redentora, ajudante do Redentor, ou uma co-Redentora. Jesus declara que "O Espírito do Senhor está sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração; a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor". Lucas 4:18) Jesus cumpre a profecia de Isaías 61:1-2. A Bíblia não insinua sequer que Maria seria ungida para uma missão parecida. Leia: "O Senhor deu um salvador a Israel..." (2 Reis 13:5). Maria não poderia, em hipótese alguma, ser outra salvadora ou co-redentora e ao mesmo tempo precisar ser salva, precisar do Salvador como ela própria reconheceu. 

Ao contrário de Sua mãe, Jesus Cristo nunca se dirigiu ao Pai dizendo que precisava de salvação.

Quando Maria fez esta oração, com convicção e segurança no que estava dizendo, ela igualou-se a todos, homens e mulheres, herdeiros da natureza pecaminosa do primeiro casal. Ela mostrou ser igual a todos os mortais. E não poderia ser de outra forma. É pecado eleger Maria como redentora ou co-redentora junto a Jesus,  no trabalho de salvação, ou coisa parecida. A Trindade é soberana, auto-suficiente, omnipresente, omnisciente, omnipotente, imutável, eterna. Não precisa da ajuda dos santos falecidos para executar seu plano de salvação da humanidade.

A Igreja de Cristo, que recebeu de Jesus poder e autoridade para, em Seu nome, expulsar demónios, curar enfermos e pregar o Evangelho em todo o mundo, pode e deve dar continuidade, ao trabalho do Salvador. Falamos da Igreja viva, atuante, visível. Jesus deu poderes a essa Igreja visível. Não deu poderes aos mortos, ainda que em vida tenham sido santos (Marcos 16:15-18). Quem pagou preço de sangue foi Jesus, não foi Maria.

 

https://www.facebook.com/notes/maria-helena-costa/maria-_-a-fal%C3%A1cia-dos-argumentos-da-icar/483478295061309

 

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