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NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

História do Catolicismo Romano - 1

"Estarmos proximo das coisas de Deus, não significa estarmos proximo de Deus!"

 

Não estou a dar início a esta série de textos acerca do catolicismo romano para julgar ou condenar os muitos milhões de católicos romanos que acreditam sinceramente estar na única igreja verdadeira. O meu único propósito é ajudá-los a entender melhor a doutrina Católica, a fim de estarem preparados para comparecer diante do Julgamento de Deus, como todos nós teremos de fazer, depois da morte:

"... aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o Juízo." (Hebreus 9:27)

 

O meu coração aperta-se ao pensar que, naquele dia,  muitos ouvirão Jesus a dizer-lhe estas palavras::

"Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade." (Mateus 7:23)

 

A Bíblia revela que o Senhor Jesus vai dizer estas palavras a muitas pessoas religiosas. É por saber disto que escrevo para os amados amigos católicos como o único propósito de os alertar para o perigo de seguir cegamente os dogmas de uma religião regida por homens que, em nome de Deus, vêm cometendo atrocidades e inventando doutrinas totalmente contrárias à Escritura. Amado, estude as doutrinas Católicas Romanas por si mesmo!

 

De modo geral, há a religião Católica Romana (religião oficial do país) e as demais. Enquanto o Catolicismo romano se estrutura em "Ordens religiosas" sob um chefe visível – o Papa, as demais igrejas cristãs protestantes (não estou a falar de IURD's e afins) apresentam-se em "Denominações" com uma única base – a Bíblia.

 

Ainda que Católicos e Evangélicos creiam na Santíssima Trindade, Deus o Pai, o Filho e o Espírito Santo; compartilhem da doutrina de que Cristo é o Salvador pela sua morte substitutiva e ambas ensinem a existência de céu e inferno e aceitem a mesma Bíblia como a Palavra de Deus, elas caminham separadas e para destinos eternos diferentes. 

 

Mas, pergunta o leitor, se há tanta identidade, porque é que caminham separadas?

 

É verdade que nos primeiros séculos houve uma única comunidade Cristã. Após a morte dos apóstolos, o Cristianismo teve continuidade com bispos, pastores, presbíteros e evangelistas como: Policarpo, discípulo do apóstolo João, Inácio, Papias, Justino, Ireneu, Origines, João Crisóstomo e tantos outros. 

Entre eles não havia maiores, embora no ano 208 o bispo Calixto tenha sido acusado por Tertuliano, advogado cristão de querer ser o " O bispo dos bispos ".

A igreja cristã recebeu o nome de Católica no Concilio de Constantinopla, presidido pelo imperador Romano Teodósio com o decreto "Cunctos Populos" no ano de 381.

Apostólica ela não é, e também não sabemos como é que ela pode ser Universal e Romana ao mesmo tempo.

(ver Rivaux, História Eclesiástica, tomo I - Pág. 347).

 

Nessa altura, ainda não havia "Papa", mas, nos fins do século IV as igrejas viram-se dominadas por cinco "patriarcas": os bispos de Antioquia, Jerusalém, Constantinopla, Alexandria, e Roma. No ano 451, o concilio de Calcedónia interveio concedendo igualdade entre o bispo de Constantinopla e o de Roma.

O Papado como o conhecemos hoje, desenvolveu-se gradualmente. Sendo sustentado no seu início pelo Império Romano; não teve data de nascimento, não foi instituído por Cristo nem pelas igrejas, é um intruso no Cristianismo e não se enquadra na Bíblia, mas – conseguiu, com subtileza, manter-se na posição que ocupa.

 

No próximo post, vamos ver a "Origem do papado e do Estado do Vaticano"

 

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