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NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

FRAUDE E HISTÓRIA FORJADA _ DEIXE O SEU CÉREBRO NA ENTRADA

Tanto o papa, quanto a Igreja que o tem como cabeça, afirmam ser infalíveis. Os fiéis católicos não devem questionar coisa alguma que o papa ou a igreja digam com respeito à fé e à moral.

Os concílios e catecismo têm declarado durante séculos a necessidade dessa submissão completa e continuam insistindo sobre isso ainda hoje. O periódico The Catholic World (O Mundo Católico) lembrou a todos os católicos dos Estado Unidos, durante o Concílio Vaticano I: "Todos devem aceitar a fé e lei da Igreja... Ninguém tem o direito de questionar as razões da Igreja, a não ser Deus Todo-Poderoso... Devemos receber com inquestionável docilidade todas as instruções dads pela Igreja." (The Catholic World, agosto de 1871, vol. xiii, pp. 580-89.)

Temos aqui uma negação tão clara da responsabilidade moral do indivíduo quanto podemos encontrar em qualquer seita. A mesma exigência de submissão total foi feita pelo Vaticano II. O Código de Direito Canônico também reafirma esta regra:

"O cristão fiel, cônscio da sua responsabilidade, está obrigado pela obediência cristã a seguir o que os pastores sagrados declaram, uma vez que eles, como mestres da fé e representantes de Cristo, são os líderes da Igreja." (Coriden, et al., op. cit. Cânon 212, Secção 1)

No tocante à fé, à moral e ao caminho da salvação, os católicos devem deixar seus cérebros na porta de entrada da igreja e aceitar o que lhe é dito.

Não podem sequer estudar a Bíblia sozinhos, porque só o Magistério pode interpretá-la. Obviamente essa proibição da liberdade de consciência está relacionada com a total supressão dos direitos humanos básicos para toda a humanidade, que é o imutável objectivo do catolicismo romano.

Para compreender o catolicismo deve-se ignorar a postura pública e as ideias manifestadas pela Igreja Católica, promovidas pelo seu departamento de relações públicas. A maneira como Roma se apresenta ao mundo varia de país para país, dependendo do controle que exerce e do que pode realizar. Em vez disso, devemos analisar as doutrinas oficiais do catolicismo, que nunca mudam.

Muitos católicos e não-católicos achavam que o Vaticano II havia liberalizado o catolicismo. Na verdade, ele reafirmou os cânones e decretos de importantes concílios anteriores: "Este sagrado concílio aceita a lealdade e fé dos nossos ancestrais... e propõe novamente os decretos do Segundo Concílio de Necéia, do Concílio de Florença, e do Concílio de Trento". (Flannery, op. cit., vol. 1, p. 412)

O Concílio de Trento denunciou a Reforma e amaldiçoou as crenças evangélicas com mais de 100 anátemas. Todas estas condenações do Evangelho da graça de Deus são endossadas e reafirmadas pelo Vaticano II. Relativamente ao papa, ficou estabelecido claramente que: "O Pontífice Romano, cabeça do colégio de bispos, goza desta infalibilidade em virtude do seu ofício (não da sua santidade de vida), enquanto supremo pastor e mestre de todos os fiéis... ele proclama com absoluta decisão as doutrinas referentes à fé e à moral. Por essa razão suas definições são ditas correctamente, sendo irrefutáveis... em nenhuma hipótese carecendo de aprovação de outros e não admitindo apelação de qualquer outro tribunal.

... os fiéis, por seu lado, ficam obrigados a submeter-se às decisões dos seus bispos, feitas em nome de Cristo, sobre fé e moral e aderindo a elas com pronta e respeitosa fidelidade de consciência. Esta submissão leaç da vontade e do intelecto deve ser feita de um modo escpecial, à autoridade do autêntico ensino do Pontífice Romano, mesmo quando ele não fala ex catedra, com tal sabedoria que a suprema autoridade do seu ensino seja reconhecida com respeito e que se obedeça às suas decisões de acordo com a sua manifesta consciência e intenção ..." (Flannery, op. cit., vol. 1, pp. 379-380).

"OBRIGADOS A SUBMETER-SE ÀS DECISÕES DOS SEUS BISPOS... ESTA SUBMISSÃO LEAL DA VONTADE E INTELECTO DEVE SER FEITA..."!

Isso dá a Roma um poder incrível sobre os devotos católicos. Não importa que nem todo o católico obedeça. O que interessa é que tal palavra é "o ensino intensivo e imutável da Igreja", não só para os seus membros, mas para toda a humanidade.

Mesmo que muitos católicos se rebelem contra certas doutrinas da Igreja, eles permanecem ligados nominalmente a ela, emboram muitas vezes a frequentem apenas no Natal e na Páscoa. Contudo, quando se trata da esperança de ser salvo do purgatório (que não existe) e de alcançar o céu, nenhum católico pode questionar a Igreja para não ficar fora da sua protecção e ser condenado. O Concílio Vaticano II diz claramente:

"O santo Concílio ensina... que a Igreja... é necessária para a salvação... por conseguinte, não podem ser salvos aqueles que, sabendo que a Igreja Católica foi fundada por Deus através de Cristo, se recusarem a ingressar ou nela permanecer." (Flannery, op. cit., vol. 1, pp. 365-366).

LEMBRE-SE QUE HITLER E MUSSOLINI continuaram a ser católicos até ao fim e jamais foram excomungados pela Igreja. Isso também é válido para milhares dos piores criminosos de guerra nazis, que o Vaticano retirou da Europa e levou para lugares seguros na América do Sul. Esses grandes criminosos foram honrados com funerais católicos, assim como os membros da Máfia, que morrem com a segurança de que a sua Igeja continuará a rezar missas a fim de os retirar do purgatório e levá-los para o céu. É uma política de segurança que poucos conseguem ignorar completamente.

 

Autor: Dave Hunt

Próxima nota: "Impecabilidade" Versus "Infalibilidade"