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NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

Como se Enganam os Incautos - N. S. de Lourdes

Já aqui havia mencionado como e quando foi inventado o dogma da Imaculada Conceição:

"A História conta-nos que Pio IX, no ano de 1854, proclamou a doutrina da Imaculada Conceição (cerca de mil e oitocentos anos após a morte de Maria) , segundo a qual a Virgem Maria (e não Jesus Cristo, como julgam muitas pessoas) foi concebida sem pecado original. A forma como fez essa proclamação foi significativa, se não mais ainda do que a própria doutrina. Embora Pio tenha consultado vários bispos previamente, ousou _ como nenhum papa antes dele _ avançar com esse dogma pela sua própria autoridade. Ao fazê-lo, deu um enorme impulso ao florescente culto a Maria, que vinha ganhando força nesse século.

Só 4 anos depois é que a invenção de Pio recebeu o selo da "divina" aprovação: em Lourdes, a Virgem apareceu à jovem Bernardette Soubirous e apresentou-se, dizendo: «sou a Imaculada Conceição»."

 

Esta apresentação, por si só, nega totalmente que tenha sido a mãe de Jesus a aparecer à pastorinha. _ Porquê? Leiam:

 

Quando “apareceu” à menina, a Srª não parecia conhecer a língua em que lhe falou, que induziu em erro grave. Ela disse-lhe:

«Sou a Imaculada Conceição» A sabedoria divina a confundir uma função puramente genésica com um nome! Traduzido em linguagem vulgar, o nome soa deste modo: «Sou a função do órgão feminino que desenvolve um gérmen fornecido pelo macho.» Isto é _ um acto, não uma pessoa. A pobre Senhora quereria talvez dizer: «Eu sou aquela cuja conceição [concepção] foi imaculada». Nenhum francês, mesmo de mediana cultura, usaria semelhantes expressões. Não era uma criatura, mas sim o acto pelo qual é possível a geração.

(V. Heliodoro Salgado, O Culto da Imaculada, p. 180, e No Rescaldo de Lourdes, por Tomás da Fonseca).

 

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