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NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

Catolicismo Romano: Fábrica de idólatras e de ateus

Confesso a minha perplexidade quando, ao ler o livro "Querido sobrinho, explica-me a Bíblia", vi claramente que o catolicismo romano tacha todo o Antigo Testamento de mito... "Mito" esse, no qual, ainda hoje baseiam quase toda a sua liturgia e forma de culto.

 

Já há alguns anos que eu sabia que os explicadores católicos da Bíblia negavam a existência de Adão e Eva, da serpente e do Paraíso, anulando o livro de Génesis no que à criação diz respeito, mas, o que eu desconhecia, é que eles, tal como qualquer ateu que se preze,  também ensinam que Abraão e Moisés foram duas figuras que podem nunca ter existido!? Mas, há pior:

 

Sobre Abraão, nas páginas 122 e 127, o escritor e ministrador de cursos bíblicos aos católico-romanos, escreve:

 

"... o que importa não é a questão da existência histórica de Abraão, [ele pode ter existido ou não] o que importa é o significado da sua história. [...] Certamente [Abraão] não soube caracterizar a "força" que o impulsionou  de forma melhor do que eu e o tio tentamos caracterizar a "força" que nos moveu a deixarmos a nossa terra e a partirmos para África. É provável que ele sentisse ou pressentisse que se tratava duma força divina. mas que deus? As pessoas adoravam tantos deuses!... Ele, certamente, adorou tantos deuses: Sin, Ningal, El e outros!...

Provavelmente só no fim da sua vida terá pressentido a especificidade desse Deus que o conduziu, sem com isso negar a existência de outros deuses (só muitos séculos depois de Abraão é que os seus descendentes se tornaram monoteístas)"

 

Usando as palavras de um outro "ateu", Ouaknin, para explicar porque é que Abraão não sacrificou Isaque, cita: "Em suma, a revolução de Abraão consiste em introduzir o respeito pelo outro, mesmo contra a palavra de Deus."

 

Só nestes parágrafos, o autor católico nega tudo o que o apóstolo Paulo veio a escrever sobre Abraão e transforma a carta de Paulo aos Romanos em mais um livro não inspirado por Deus, quando nos informa:  "Que diremos, pois, ter alcançado Abraão nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado pelas obras tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça." (Romanos 4:1-3)

 

Paulo não diz que Abraão creu em Deus assim como cria n'outros deuses. Abraão nunca se rebelou contra a palavra de Deus e rejeitou todos os outros deuses que antes conhecera...

 

Em Hebreus 11:8 e 17, podemos ler: "Pela fé, Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia. [...] Pela fé, ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado, sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigénito."

 

Abraão não viajou para um país (África) que existia e no qual poderia habitar sem grandes sobressaltos (como o tio, e o sobrinho que escreveu estas baboseiras). Abraão foi alguém real e não um mito. Abraão creu no Deus único e verdadeiro, ele e a sua descendência. Afirmar o contrário é negar a história de um povo e reduzir a Palavra de Deus a nada mais do que uma fábula.

 

Agora entendo porque é que a Igreja Católica Romana pretende ensinar a Bíblia aos seus fiéis quando antes a proibia e matava os que se atreviam a fazê-lo... Se eles acreditarem que tudo o que a Palavra de Deus ensina é mitológico e que só os donos da "igreja" de Roma podem explica-la, continuam a obedecer cegamente a ateus disfarçados de crentes que fazem comércio de uma fé que não têm.

 

Cegos, condutores de cegos...

 

 

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