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NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

Acusação Falsa? Ou alegação falsa?

O autor deste texto diz que os protestantes acusam os católicos baseados numa má interpretação de 1 Timóteo 2:5. Vamos perceber se isto é verdade: 

 

"ACUSAÇÃO Nº 3: “Jesus é o único mediador entre Deus e os homens” (I Timóteo 2:5), logo outras pessoas não podem mediar essa relação!"engraçado é que esse argumento prova a nossa primeira explicação, de que tais acusadores analisam o texto bíblico totalmente fora do contexto. Vamos ver o que dizem os versículos imediatamente anteriores a este:

 

Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma e tranqüila, com toda a piedade e honestidade. Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (I Timóteo 2:1-4).

No texto acima, São Paulo diz expressamente que devemos orar uns pelos outros e que ISSO É BOM E AGRADÁVEL AOS OLHOS DE DEUS! Mas orar não é mediar (mediar significa estar no meio de dois pontos, servindo de elo para eles)? Então como é que São Paulo nos diz para orar uns pelos outros e logo em seguida diz que só Jesus é mediador? Simples! Concordam conosco que quando Paulo falou que Jesus é o único mediador ele estava referindo-se ao momento em que Jesus falou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (São João 14:6)?

Até porque se analisarmos o versículo 5 de maneira isolada, ele vai dar a entender que teríamos que parar de fazer pregações, cultos e celebrar missas, pois com isso nós estaríamos levando aos outros a palavra de Deus e Seus ensinamentos, logo estaríamos fazendo justamente o que ele diz para não fazer: mediando. E se fossemos seguir essa interpretação isolada teríamos, inclusive, que destruir todas as Bíblias do mundo! Afinal a Bíblia é considerada a palavra de Deus. Logo, se ela leva os ensinamentos de Deus a todas as criaturas, ela está mediando uma relação de Deus com os homens. Viu quantas coisas terríveis podem acontecer diante de uma má interpretação da bíblia?!"

 

Resposta: É verdade! Coisas terríveis e ensinos nefastos como o que o autor deste texto acaba de fazer podem acontecer quando se faz uma má interpretação da Bíblia. Ensinos totalmente contrários ao ensino da Escritura podem ser validados por deturpações grotescas de alguns textos da Bíblia como o que acabamos de ler no comentário feito ao versículo 5 da 1ª carta de Paulo a Timóteo!? A Bíblia não ensina em passagem alguma que os mortos podem interceder ou orar pelos vivos. É isso que vamos perceber ao respondermos à pergunta: - Paulo, recomenda o quê, a quem? Aos vivos, ou aos mortos? Paulo dirige a sua carta aos mortos? - Não!

O que Paulo diz é que todos os santos vivos (os salvos) devem orar uns pelos outros. O ensino claro de Paulo é o de que é bom e agradável a Deus que nós, os que fomos salvos por Cristo, oremos por todos os homens. Ele, em momento nenhum menciona a possibilidade de os mortos orarem por quem quer que seja ou receberem orações. O ensino que é ministrado aos católicos no sentido de rezarem aos santos está cercado de confusão. Na verdade, a posição oficial da Igreja Católica Romana não é que os católicos rezem aos santos ou a Maria, mas sim que os católicos peçam aos santos ou a Maria que roguem por eles. A posição oficial da Igreja Católica Romana diz que pedir aos santos mortos que façam orações por eles não é diferente de pedir a alguém aqui na terra para orar por nós. Contudo, a prática de muitos católicos diverge do ensino oficial da Igreja Católica Romana. De facto, muitos católicos rezam directamente aos santos e/ou Maria, e pedem a sua ajuda em vez de pedir aos santos e/ou Maria para que intercedam junto a Deus por ajuda. Mas, seja qual for o caso _ a pessoa rezar a um santo ou a Maria, ou pedir a intercessão dos santos ou de Maria junto a Deus _ nenhuma destas duas práticas tem qualquer base bíblica.


Em nenhum lugar a Bíblia instrui os crentes em Cristo a orarem a qualquer um que não seja Deus e, em nenhum lugar, encoraja, ou sequer menciona os crentes a pedir a qualquer pessoa que esteja no Céu para orar por eles. Então, porque é que muitos católicos oram a Maria ou aos santos, ou pedem as suas orações?

 

Os católicos vêem Maria e os santos como “intercessores” perante Deus. Eles crêem que um santo, que é glorificado no Céu, tem “acesso mais directo” a Deus do que nós. Eles acreditam que, se um santo entregar uma oração a Deus, ela é mais eficaz do que se nós orarmos directamente a Deus, em nome de Cristo. Este conceito é totalmente anti bíblico. Hebreus 4:16 diz-nos que nós, os crentes que Cristo comprou com o Seu precioso sangue, podemos chegar «...com confiança ao trono da graça...» Jesus Cristo foi muito claro quando disse: «E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.» (João 4:13);  «E naquele dia nada me perguntareis. Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar.» (João 16:23); na sua 1ª carta a Timóteo 2:5, Paulo declara: «Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.»

Não há qualquer outro que possa ser mediador entre nós e Deus. Se Jesus afirma que devemos orar ao Pai em nome d'Ele, e Paulo ensina que Ele é o nosso ÚNICO mediador, isto indica claramente que Maria e os santos não podem ser nossos mediadores. Eles não podem mediar os nossos pedidos de oração a Deus. Além disso, a Bíblia diz-nos que o próprio Jesus Cristo intercede por nós perante o Pai: «Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles» (Hebreus 7:25). Ora, se o próprio Jesus intercede por nós, porque é que precisaríamos de Maria ou dos santos para fazer aquilo que Ele faz? Será que os católicos acham que Ele não pode fazer tudo sozinho?

 

A quem é que Deus ouviria mais atentamente do que ao Seu Filho? Na sua carta aos Romanos, no capítulo 8, Paulo descreve o Espírito Santo a interceder por nós «E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos.» (Romanos 8:26-27). Então, se a Palavra de Deus nos ensina que temos o Filho e o  Espírito Santo a interceder por nós perante o Pai, no Céu, que necessidade há de que Maria ou os santos intercedam por nós?

Os católicos ensinam que orar a Maria e aos santos não é diferente de pedir a alguém aqui na terra que ore por nós. Mas, onde é que encontramos tal ensino na Escritura? Examinemos isto:

(1) O Apóstolo Paulo pede aos outros cristãos que orem por ele em Efésios 6:19. Muitas Escrituras descrevem os crentes a orar uns pelos outros (2 Coríntios 1:11; Efésios 1:16; Filipenses 1:19; 2 Timóteo 1:3). A Bíblia, em parte alguma, menciona qualquer pessoa a pedir a alguém no Céu para que ore por ela. A Bíblia não tem uma única descrição de  qualquer pessoa que esteja no Céu, a não ser Cristo, a interceder por quem quer que seja na terra.

 

(2) A Bíblia não dá absolutamente nenhuma indicação de que Maria ou os santos possam ouvir as nossas orações. Maria e os santos não são omniscientes. Mesmo tendo sido glorificados no Céu, eles são seres finitos e com limitações. Como é que, não sendo omniscientes, poderiam ouvir as orações de milhões de pessoas?

Todas as vezes que a Bíblia menciona alguém a orar ou a falar com os mortos, é num contexto de magia, bruxaria, necromancia e ocultismo – actividades que a Bíblia condena veementemente (Levítico 20:27; Deuteronómio 18:10-13). É evidente que orar a Maria ou aos santos é completamente diferente de pedir a alguém aqui na terra para que ore por nós. Orarmos uns pelos outros enquanto estamos vivos é totalmente bíblico, pedir aos mortos que orem por nós não tem qualquer base bíblica.

Será que os amados católicos que acreditam cegamente no ensino da ICR, sabem que Deus não responde às nossas orações baseado em quem está a orar?

Deus responde às orações baseado no facto se o que pedimos está de acordo com Sua vontade «E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve e, se sabemos que [Deus] nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos» (1 João 5:14-15).

Não há absolutamente qualquer base bíblica ou necessidade de orar a qualquer um que não seja Deus - Ele só. Não há qualquer base para que se peça àqueles que estão no Céu para orarem por nós. Só Deus pode ouvir as nossas orações. Só Ele  pode responder às nossas orações. No Céu, ninguém tem acesso maior ao trono de Deus do que nós mesmos, aqueles que Cristo salvou, através de Cristo e da oração «Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.» (Hebreus 4:16).

 

No próximo post, responderei a isto:

"ACUSAÇÃO Nº 4: Mas Jesus prega a intercessão feita pelos vivos. Os mortos não podem mais nos ouvir e nem podem interceder!"

 

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