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NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

A MULHER DE APOCALIPSE _ Deitada Com os Governantes

Não somente o papa de Roma afirma ser o vigário de Cristo, mas a Igreja que ele encabeça afirma ser a única verdadeira e a noiva de Cristo.

A Noiva de Cristo, cuja esperança é reunir-se ao Noivo no céu, não pode ter nenhuma ambição terrestre. Contudo, como prova a História, o Vaticano tem obsessão por empresas terrestres. Para conquistar esses objectivos, a Igreja Católica, exactamente como João previu e em sua visão, tem se envolvido em relações adúlteras com os reis da terra. Esse facto é reconhecido até mesmo pelo historiadores católicos.

Cristo disse aos seus discípulos: "Se vós fosseis deste mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia." (João 15:19)

A Igreja Católica, contudo, é sem dúvida deste mundo. Os papas têm construído um império mundial inigualável  em propriedades, riqueza e influência. A edificação desse império não é algo que foi abandonado no passado. Já vimos que o Vaticano II estabelece claramente que a Igreja Católica Romana  ainda hoje continua tentando colocar sob seu controle toda a humanidade e toda a sua riqueza.

Há muito tempo que o papa tem declarado possuir domínio total sobre o mundo cristão, secular e religioso, excomungando todos sobre o mundo cristão, secular e religioso, excomungando todos os que falham em obedecer aos papas e pagar-lhes os tributos. In Coena foi depois confirmada pelos papas subsequentes e em 1568 o papa Pio V afirmou que essa bula permaneceria como uma lei eterna.

O papa Alexandre VI (1492-1503) afirmava que toda a terra que não havia sido descoberta pertenceria ao pontífice romano, para dela dispor como bem entendesse em nome de Cristo, já que era Seu vigário. O rei João II, de Portugal, foi convencido de que em sua bula Romanus Pontifex o papa havia concedido tudo que Colombo descobrira exclusivamente a ele e seu país. Fernando e Isabel da Espanha, entretanto, pensavam que o papa havia dado as mesmas terras a eles. Em Maio de 1493 Alexandre VI, espanhol de nascimento, emitiu três bulas para resolver a disputa.

Usando o nome de Cristo, que não tinha onde reclinar a cabeça, o maligno papa Bórgia, afirmando ser o dono do mundo, traçou uma linha de norte a sul no mapa-múndi daquela época, dando tudo que havia no Oriente a Portugal e no Ocidente à Espanha. Desse modo, por concessão papal, "originada na plenitude do poder apostólico", a África foi dada a Portugal e as Américas para a Espanha. Quando Portugal "conseguiu chegar à Índia e à Malásia, assegurou a confirmação de tais descobertas por parte do papado..." Havia, contudo, uma condição: "esforçar-se para trazer os habitantes ... a professarem a fé católica".

Foi exactamente por isso que a América Central e a do Sul, como consequência dessa aliança profana entre a Igreja e o Estado, foram forçadas pelo catolicismo, através da espada, a declararem-se católicas.  A América do Norte (com excepção do Quebec e Louisiana) foi poupada do domínio do catolicismo romano por ter sido amplamente colonizada pelos protestantes.

Nem podem os descendentes dos astecas, incas e maias ter esquecido que os padres católicos romanos, auxiliados pela espada secular, deram aos seus ancestrais a escolha entre a conversão (que quase sempre significava escravidão) ou a morte. Quando João Paulo II, numa visita à América Latina, propôs beatificar Junipero Serra (um dos maiores responsáveis pela imposição do catolicismo ao índios no século XVIII), esses descendentes fizeram um protesto tal que a cerimónia teve de ser realizada em segredo.

Cristo disse: "O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim..." (João 18:36). Os papas, entretanto, têm lutado com exércitos e navios em nome de Cristo para construir um vasto império, que é realmente deste mundo. E para aumentar o seu império terrestre, eles têm se comprometido repetidamente em fornicação espiritual com imperadores, reis e príncipes.

Afirmando ser a noiva de Cristo, a Igreja Católica Romana, tem se deitado na cama com governantes ímpios por toda a história, e essa relação adúltera continua até hoje. A fornicação espiritual será comentada com detalhes mais tarde!

 

Dave Hunt- A Mulher Montada na Besta Vol I

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