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NASCIDOS CATÓLICOS

Já não basta sabermos o que cremos. É essencial saber porque é que cremos. Acreditar nalguma coisa não significa necessariamente que ela seja verdadeira: (Paul Little)

NASCIDOS CATÓLICOS

Já não basta sabermos o que cremos. É essencial saber porque é que cremos. Acreditar nalguma coisa não significa necessariamente que ela seja verdadeira: (Paul Little)

Frontal e polémico, como é seu timbre, o popular Padre Mário da Lixa, como também é conhecido, acusa a Igreja de ter cometido em Fátima um "crime lesa-humanidade" ao criar uma "encenação-ostentação", repleta de "vergonha, mentira e crime". Em entrevista ao JN, adianta mesmo que as "aparições só têm servido para ludibriar as populações mais desamparadas".   Por que diz que "Fátima, S. A." é, antes de mais, um livro de humor?   (...)
Confesso a minha perplexidade quando, ao ler o livro "Querido sobrinho, explica-me a Bíblia", vi claramente que o catolicismo romano tacha todo o Antigo Testamento de mito... "Mito" esse, no qual, ainda hoje baseiam quase toda a sua liturgia e forma de culto.   Já há alguns anos que eu sabia que os explicadores católicos da Bíblia negavam a existência de Adão e Eva, da serpente e do Paraíso, anulando o livro de Génesis no que à criação diz respeito, mas, o que eu (...)
Interrogatório de Lúcia, a 13 de Outubro de 1917: _ «O menino Jesus estava em pé ou ao colo de S. José?» _ «Estava ao colo de S. José!» _ «Perguntaste à Senhora o que queria?» _ «Perguntei… Disse que Nosso Senhor estava muito ofendido… Que a guerra acabaria hoje e que esperássemos os nosso soldados muito e breve» _ «Até onde lhe descia o vestido?» _ «Até mais abaixo que o meio da perna!» (Da primeira vez, Lúcia dissera que o vestido lhe descia quase até aos pés).   (...)
“A mãe de Jacinta dizia-lhe: «O inferno é uma cova de bichos e uma fogueira muito grande e vai para lá quem faz pecados e não se confessa e fica lá sempre a arder» (Jacinta p.94).   Esta era a descrição menos assustadora do inferno contada e recontada aos pastorinhos diariamente. É difícil “avaliar o terror que avassalou o espírito débil das três crianças e a razão porque só pensavam em rezar e ganhar indulgências, pois lá diz a Missão: «Quem lucrar uma (...)
Como se engana um povo com mentiras de um clero que só pretendia encher os cofres à custa da ignorância promovida pelo mesmo clero. Para aterrorizar os 3 pastorinhos escolhidos para verem a "aparição", há que lhes ler o “Missão Abreviada", (que supostamente contém) os espantosos sofrimentos do Senhor, desde a casa de Pilatos, rua da amargura fora, até ao Monte Calvário. Este foi o livro lido aos pastorinhos dia-após-dia,  que levou Francisco e Jacinta a flagelar-se com (...)
Tomás da Fonseca, escreveu muitas cartas ao Cardeal Patriarca de Lisboa, publicadas no jornal "República", com o propósito de abrir os olhos ao povo para o embuste de Fátima. Depois de, em várias cartas, expor as contradições da "aparição", faz este  apelo sentido sentido:   “Senhor Patriarca de Lisboa:   Bem sei que tenho vindo a ensinar o pai-nosso ao vigário, que neste caso é V. Em.ª. Mas se tudo sabeis, e melhor do que ninguém, não o sabe a grande maioria do povo (...)
Claro que não vou transcrever o livro “Na Cova dos Leões” na sua totalidade. Vou compartilhar apenas alguns trechos que, espero, agucem o apetite de quem deseja conhecer a verdade e deixar de fazer papel de otário. Permanecer na mentira depois de saber a verdade, é uma passagem sem volta para uma eternidade de dor e sofrimento. E, não adianta desculpar-se com a “fé” que herdou dos antepassados. Essa fé não salva porque está depositada num embuste Deus abomina e que você (...)
Continuando com a verdadeira história da aparição em Fátima:   Pouco tempo depois, encontrei no Chiado o professor Bissaia Barreto que V. Em.ª bem conhece, desde as lides universitárias de Coimbra. Ele então emitiu o seu ponto de vista [em relação à aparição de Fátima], e eu defendi o meu […] ele deteve os passos e preveniu-me, como amigo de há muitos anos:  «Toma cuidado! Essa atitude pode acarretar-te graves dissabores, como já tem acarretado a outros!» E (...)