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NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

A MULHER DE APOCALIPSE _ Roma = Vaticano

Alguns podem objectar que Roma, e não a pequena parte conhecida como Cidade do Vaticano, é que está edificada sobre os sete montes e além disso o Vaticano não pode ser chamado de "grande cidade". Embora ambas as objecções sejam verdadeiras, as palavras "Vaticano e "Roma" são usadas universalmente sem distinção. Do mesmo modo que se alguém se referisse a Washington estaria falando sobre o governo que dirige os Estado Unidos, quem se refere a Roma trata da hierarquia que governa a Igreja Católica.

Tome-se, por exemplo, um cartaz empunhado por um manifestante na Conferência Nacional dos Bispos Católicos realizada em Washington D. C. em 1993. Esse cartaz tinha como objectivo protestar contra qualquer um que não concordasse com o papa. Nele estava escrito: "SIGA ROMA OU SIGA EM FRENTE".

Obviamente que, ao dizer "Roma", estava a referir-se ao Vaticano. Isso é algo comum. Roma e o catolicismo estão tão interligados, que a Igreja Católica é conhecida como Igreja Católica Romana ou simplesmente Igreja de Roma.

 Além disso, por mais de 1000 anos a Igreja Católica Romana exerceu tanto o controle religioso como o civil sobre toda a cidade de Roma e seus arredores. O papa Inocêncio III (1198-1216) aboliu o Senado Romano secular e colocou a administração de Roma directamente sob o seu comando. O Senado de Roma, que havia governado a cidade sob os césares, havia sido chamado de Cúria Romana. Esse nome, conforme o Pocket Catholic Dictionary, é agora a designação "de todo o conjunto de escritórios administrativos e judiciais, através dos quais o papa dirige as operações da Igreja Católica".

A autoridade do papa estende-se até mesmo aos grandes territórios fora de Roma adquiridos no século VIII. Naquele tempo, com a ajuda de um documento feito pelos papas e deliberadamente falsificado, conhecido como A Doação de Constantino, o papa Estevão III convenceu Pepino, rei dos francos e pai de Carlos Magno, de que os territórios recentemente tomados pelos lombardos aos bizantinos foram, na verdade, doados pelo Imperador Constantino. Pepino venceu os lombardos e entregou ao papa as chaves de mais de 20 cidades (Ravena, Ancona, Bolonha, Ferrara, Iesi, Gubbio, etc.) e um imenso pedaço de território junto às costas do mar Adriático .

Datada de 30 de Março de 315, a Doação declarava que Constantino havia dado perpetuamente essas terras aos papas, junto com Roma e o palácio de Latrão. Em 1440, Lorenzo Valla, um adido papal, provou que esse documento era uma fraude e até hoje é assim considerado pelos historiadores (Clique na foto). Contudo, os supostos papas infalíveis continuaram asseverando durante séculos que a Doação era genuína e sobre essa base justificam sua pompa, poder, e posses.

Essa fraude continua a ser perpetuada por uma inscrição no batistério da Igreja de São João de Latrão, em Roma, que jamais foi corrigida.

Desse modo, o Estado papal foi literalmente roubado pelos papas aos seus legítimos proprietários. O papado controlou e taxou esses territórios até 1848, extraindo deles grande riqueza. Nesse tempo o papa , junto com os governantes  da maior parte do outros territórios divididos da Itália, foi obrigado a dar uma constituição aos seus súditos rebelados. Em Setembro de 1860, no meio de protestos furiosos, Pio IX perdeu todos os Estados papais para o novo reino da Itália, agora finalmente unido, que ainda o deixou até ao Concílio Vaticano I, em 1870, no contole de Roma e seus arredores.

Vemos assim que, exactamente como João previu na sua visão, uma entidade espiritual que afirmava ter uma relação especial com Cristo e com Deus começou a ser identificada como uma cidade construída sobre sete montes. Essa "mulher#" praticou fornicação espiritual com os governantes da terra e finalmente reinou sobre eles. A Igreja Católica Romana tem sido continuamente identificada como sendo essa cidade. Como a Catholic Encyclopedia declara:

"Daí entende-se o lugar central de roma na vida da Igreja hoje e o sentido de seu título "Igreja Católica Romana", a Igreja que é universal, mas ainda assim centrada no ministério do bispo de Roma. Desde a fundação da Igreja de São Pedro, Roma tem sido o centro de todaa cristandade."

 

Dave Hunt - A Mulher Montada na Besta Vol I

PRÓXIMO POST: "A MULHER DE APOCALIPSE  _ Enriquecimento Ilícito"

 

A MULHER DE APOCALIPSE _ Deitada Com os Governantes

Não somente o papa de Roma afirma ser o vigário de Cristo, mas a Igreja que ele encabeça afirma ser a única verdadeira e a noiva de Cristo.

A Noiva de Cristo, cuja esperança é reunir-se ao Noivo no céu, não pode ter nenhuma ambição terrestre. Contudo, como prova a História, o Vaticano tem obsessão por empresas terrestres. Para conquistar esses objectivos, a Igreja Católica, exactamente como João previu e em sua visão, tem se envolvido em relações adúlteras com os reis da terra. Esse facto é reconhecido até mesmo pelo historiadores católicos.

Cristo disse aos seus discípulos: "Se vós fosseis deste mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia." (João 15:19)

A Igreja Católica, contudo, é sem dúvida deste mundo. Os papas têm construído um império mundial inigualável  em propriedades, riqueza e influência. A edificação desse império não é algo que foi abandonado no passado. Já vimos que o Vaticano II estabelece claramente que a Igreja Católica Romana  ainda hoje continua tentando colocar sob seu controle toda a humanidade e toda a sua riqueza.

Há muito tempo que o papa tem declarado possuir domínio total sobre o mundo cristão, secular e religioso, excomungando todos sobre o mundo cristão, secular e religioso, excomungando todos os que falham em obedecer aos papas e pagar-lhes os tributos. In Coena foi depois confirmada pelos papas subsequentes e em 1568 o papa Pio V afirmou que essa bula permaneceria como uma lei eterna.

O papa Alexandre VI (1492-1503) afirmava que toda a terra que não havia sido descoberta pertenceria ao pontífice romano, para dela dispor como bem entendesse em nome de Cristo, já que era Seu vigário. O rei João II, de Portugal, foi convencido de que em sua bula Romanus Pontifex o papa havia concedido tudo que Colombo descobrira exclusivamente a ele e seu país. Fernando e Isabel da Espanha, entretanto, pensavam que o papa havia dado as mesmas terras a eles. Em Maio de 1493 Alexandre VI, espanhol de nascimento, emitiu três bulas para resolver a disputa.

Usando o nome de Cristo, que não tinha onde reclinar a cabeça, o maligno papa Bórgia, afirmando ser o dono do mundo, traçou uma linha de norte a sul no mapa-múndi daquela época, dando tudo que havia no Oriente a Portugal e no Ocidente à Espanha. Desse modo, por concessão papal, "originada na plenitude do poder apostólico", a África foi dada a Portugal e as Américas para a Espanha. Quando Portugal "conseguiu chegar à Índia e à Malásia, assegurou a confirmação de tais descobertas por parte do papado..." Havia, contudo, uma condição: "esforçar-se para trazer os habitantes ... a professarem a fé católica".

Foi exactamente por isso que a América Central e a do Sul, como consequência dessa aliança profana entre a Igreja e o Estado, foram forçadas pelo catolicismo, através da espada, a declararem-se católicas.  A América do Norte (com excepção do Quebec e Louisiana) foi poupada do domínio do catolicismo romano por ter sido amplamente colonizada pelos protestantes.

Nem podem os descendentes dos astecas, incas e maias ter esquecido que os padres católicos romanos, auxiliados pela espada secular, deram aos seus ancestrais a escolha entre a conversão (que quase sempre significava escravidão) ou a morte. Quando João Paulo II, numa visita à América Latina, propôs beatificar Junipero Serra (um dos maiores responsáveis pela imposição do catolicismo ao índios no século XVIII), esses descendentes fizeram um protesto tal que a cerimónia teve de ser realizada em segredo.

Cristo disse: "O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim..." (João 18:36). Os papas, entretanto, têm lutado com exércitos e navios em nome de Cristo para construir um vasto império, que é realmente deste mundo. E para aumentar o seu império terrestre, eles têm se comprometido repetidamente em fornicação espiritual com imperadores, reis e príncipes.

Afirmando ser a noiva de Cristo, a Igreja Católica Romana, tem se deitado na cama com governantes ímpios por toda a história, e essa relação adúltera continua até hoje. A fornicação espiritual será comentada com detalhes mais tarde!

 

Dave Hunt- A Mulher Montada na Besta Vol I

No post seguinte: "Roma = Vaticano"

 

 

 

 

 

 

A MULHER DE APOCALIPSE _ Quem é a Meretriz?

A primeira coisa que se conta sobre a mulher é que ela é uma "meretriz" (Apocalipse 17:1), "com quem se prostituiram os reis da terra" (v. 2) e que "com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam a terra" (v. 3). Porque é que uma cidade seria chamada de prostituta e acusada de se prostituir com reis?

Tal acusação jamais poderia ser dirigida a Londres, Moscovo ou Paris - ou a qualquer outra cidade comum. Não faria sentido.

Prostituição e adultério são usados na Bíblia tanto em sentido figurado como espiritual. Sobre Jerusalém, Deus diz: "Como se fez prostituta a cidade fiel" (Isaías 1:21). Israel, que Deus havia separado dos outros povos, para ser santo segundo os Seus propósitos, havia feito alianças profanas e adúlteras com nações vizinhas que adoravam ídolos. "... Porque adulterou, adorando pedras e árvores (ídolos)" (Jeremias 3:9). "E com seus ídolos adulteraram" (Ezequiel 23:37). O capítulo 16 de Exzequiel explica detalhadadmente o adultério espiritual de Israel, tanto com as nações pagãs, como com os seus falsos deuses, como muitas outras passagens da Bíblia também o fazem.

Não há como uma cidade se engajar literalmente em fornicação carnal. Então só podemos concluir que João, tal como os profetas do Antigo Testamento, está usando o termo no sentido espiritual. Portanto, a cidade deve ter uma relação espiritual com Deus. De outro modo, tal alegação não teria significado.

Embora construídas sobre sete montes, não haveria razão para se acusar o Rio de Janeiro ou Lisboa de fornicação espiritual. Essas cidades não afirmam ter uma relação espiritual com Deus. Embora Jerusalém tenha tal relação espiritual, não pode ser a mulher montadad na besta, pis não foi construída sobre sete montes, nem preenche outros critérios pelos quais essa mulher será identificada.

A acusação de adultério só poderia ser feita contra uma outra cidade na história. Essa cidade é Roma, mais especificamente a Cidade do Vaticano. Desde o início ela alega ter sido o quartel general do cristianismo e mantém essa afirmação até hoje. O papa, entronizado em Roma, afirma ser o único representante de Deus, o "vigário de Cristo". Roma é o quartel-general da Igreja Católica Romana, e afirma ser a única igreja verdadeira.

Numerosas igrejas, é claro, têm as suas sedes em cidades, mas apenas uma cidade alega ser o quartel-general da Igreja de Cristo. Os mórmons, por exemplo, têm a sua sede principal em Salt Lake City, mas existem outras igrejas naquela cidade. O mesmo não acontece com a Cidade do Vaticano.

Ela é o coração da Igreja Católica Romana e nada mais. Ela é uma entidade espiritual que poderia muito bem ser acusada de fornicação espiritual caso não permanecesse fiel a Cristo.

 

Dave Hunt - A Mulher Montada na Besta Vol I

Proximo post: "Deitada Com os Governantes"

 

 

 

A MULHER DE APOCALIPSE _ A Cidade Sobre os Sete Montes

"E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.... Aqui o sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada." Apocalipse 17:18-9

 

A mulher está montada sobre a besta e essa mulher é uma cidade construída sobre sete montes, que domina sobre os reis da terra! Será que em toda a história já foi feita outra declaração como essa?

João, imediatamente, caracteriza a aceitação pelo leitor dessa revelação como "sabedoria". Não nos atrevemos a tratar desta declaração de modo superficial. Esse assunto merece um estudo cuidadoso e feito em espírito de oração.

Aqui não é utilizada um linguagem mística, nem alegórica, mas trata-se de uma declaração bastante clara e que não tem nada de ambíguo: "A mulher... é a grande cidade" (Apocalipse 17:18).

Não é necessário procurar outro significado oculto, mesmo que muitos livros tenham sido escritos e muitos sermões pregados insistindo em que: "Mistério Babilónia" se refere aos Estados Unidos. Vemos claramente que não é esse o caso, pois o EUA são um país e não uma cidade. Com justiça, alguém poderia referir-se aos Estados Unidos como Sodoma, se levarmos em conta a honra que agora é dada aos homessexuais naquele país, mas certamente não se trata da Babilónia que João descreve em sua visão. A mulher é uma cidade.

Além disso, é uma cidade construída sobre sete montes. Isso elimina especificamente a antiga Babilónia. Só uma cidade com mais de 2000 anos tem sido conhecida como a cidade dos sete montes. Essa cidade é Roma. A Catholic Encyclopedia (Enciclopédia Católica) declara: "É dentro da cidade de Roma, chamada de cidade dos sete montes, que se localiza todo o território do Vaticano". (The Catholic Encyclopedia (Thomas Nelson, 1976), vocábulo "Rome").

É verdade que existem outras cidades, tais como o Rio de Janeiro e Lisboa, que também foram construídas sobre sete montes. Por isso, João fornece pelo menos mais sete características que limitam a identificação apenas a Roma. Examinaremos cada uma delas, detalhadamente, nos post's seguintes.

Entretanto, para mostrar onde queremos chegar, vamos listá-las agora, analisando-as resumidamente.

Como veremos, existe apenas uma cidade na terra, a qual, tanto na prespectiva histórica como na contemporânea, passa em todos os testes propostos por João, inclusivé em sua identificação como: "Mistério Babilónia". Essa cidade é Roma, mais especificamente, o Vaticano.

Até mesmo o apologista católico Karl Keating há muito tempo admite que Roma tem sido identificada como a Babilónia. Ele afirma que a declaração de Pedro: "A vossa co-eleita em babilônia vos saúda," (1 Pedro 5:13), prova que Pedro estava a escrever de Roma. Keating explica:

 

"Babilónia é uma palavra em códido para designar Roma. Ela é usada dessa maneira seis veses no último livro da Bíblia (quatro delas nos capítulos 17 e 18) e obras extrabíblicas como Oráculos de Sibélio (5, 159f), o Apocalipse de Baruque (ii, 1) e 4 Esdras (3.1)".

Euzébio Panfílio escreveu, por volta do ano 303: "é dito que a primeira epístola de Pedro... foi escrita de Roma, e que ele mesmo indica isso, referindo-se à cidade em sentido figurado como Babilónia" (Karl Keating, Catholicism and Fundamentalism: The Attack on "Romanism" by "Bible Christians" (Ignatius Press, 1988), p. 200.)

Quanto a "Mistério", o nome impresso na fronte da mulher, é uma perfeita designação da Cidade do Vaticano. O mistério está no coração do catolicismo romano, desde as palavras "Mysterium Fide" pronunciadas na suposta transformação do pão e do vinho literalmente no corpo e sangue de Cristo até às misteriosas aparições de Maria ao redor do mundo. Cada sacramento, do baptismo até à extrema-unção, manifesta o poder que o fiel deve acreditar ser exercido pelo padre, mas para o qual não há evidência alguma. O novo Catecismo de Roma explica que a liturgia "almeja iniciar as almas no mistério de Cristo (isso é o que se chama de "mistagogia") e que tudo na liturgia da Igreja é um mistério". (Catechism of the Catholic Church (The Wanderer Press, 1994, p. 279), parágrafo 1075).

 

Dave Hunt - A Mulher Montada na Besta Vol I

No próximo post: "Quem é a Meretriz?"

 

 

 

 

HISTÓRIA DA IGREJA _ ADOLF HITLER, ESCOLHIDO POR DEUS?

Certamente Minha Luta (livro escrito por Hitler em 1930) também era conhecido por muitos dos 30 milhões de alemães católicos, bem como pelos líderes da Igreja Católica Romana tanto na Alemanha como em Roma.

Mesmo assim, a liderança da ICAR louvava Hitler, algumas vezes nos termos mais extravagantes. O papa Pio XI disse ao vice-chanceler Frutz von Papen, um católico influente: "Como estava agradecido que agora o governo alemão tivesse como líder um homem totalmente contrário ao comunismo..." (Franz von Papen, Memoirs, trad. Brian Connell (London, 1952), p. 279. Nenhuma palavra de reprovação foi dita contra o mal que Hitler havia trazido sobre a Alemanha.

O bispo Berning publicou um livro no qual frisava os laços entre o catolicismo romano e o patriotismo e mandou uma cópia a Hitler, dizendo na dedicatória: "como prova da minha devoção". Monsenhor Hartz elogiava Hitler por ter salvo a Alemanha do "veneno do liberalismo... (e) da peste do "comunismo". O jornalista católico Franz Taeschner elogiou "o Fuhrer, dotado de genialidade" e declarou que ele tinha "sido enviado pela Providência a fim de fazer com que as ideias sociais católicas fossem implantadas". (Guenter Lewy, The Catholic Church ande Nazi Germany (McGraw-Hill, 1965), pp. 160-161).

A maioria dos católicos alemães estava eufórica depois da assinatura da Concordata de 1933 entre Hitler e o Vaticano. Os jovens católicos receberem ordens de "levantar seu braço direito em saudação e de mostrar a bandeira com a suástica... A organização juvenil católica Neudeutsche Jugend... reivindicou que houvesse uma cooperação estreita e completa entre o Estado totalitário e a Igreja totalitária". Os bispos alemães unidos declaravam sua solidariedade com o Nacional-Socialismo. Dirigindo-se a uma reunião de jovens católicos na catedral de Trier, o bispo Bornewasser declarou: "De cabeça erguida e passos firmes, entramos no novo Reich e estamos dispostos a servi-lo de todo o nosso corpo e alma". (Guenter Lewy, The Catholic Church ande Nazi Germany (McGraw-Hill, 1965), pp. 100-106).

O bispo Vogt de Aachen, em telegrama congratulatório, prometeu a Hitler que "a diocese e o bispo participarão alegremente na construção do novo Reich".

O cardeal Faulhaber, em mensagem manuscrita a Hitler, expressou o desejo "vindo do íntimo do coração: que Deus possa preservar o chaceler do Reich para o nosso povo". Apareceu um desenho num jornal teuto-americano mostrando o vigário-geral Steinmann liderando as organizações da Juventude Católica numa parada de Hitler e imitando igualmente a saudação de braço levantado do Fuhrer. Respondendo à crítica dos católicos americanos furiosos, Steinmann declarou que "os católicos alemães, verdadeiramente, consideravam o governo de Hitler como uma autoridade dada por Deus e que algum dia o mundo reconheceria, agradecido, que a Alemanha... erigiu um bastião contra o bolchevismo..."  (Guenter Lewy, The Catholic Church ande Nazi Germany (McGraw-Hill, 1965), p. 105). Que dizer de Minha Luta e do mal que o nazismo provocou?

Guenter Lewy, professor de política na Universidade de Massachussets, fugiu da sua terra natal, a Alemanha, em 1939, quando tinha 15 anos. Regressou em 1960 a fim de passar anos pesquisando os arquivos oficiais. Lewy escreve no seu livro The Catholic Church and Nazi Germany (A Igreja Católica e a Alemanha Nazi):

 

"Em 1933 o papa Pio XI declarou que o chanceler do Reich Germânico era o primeiro estadista que, junto com o papa, havia reconhecido claramente o perigo bolchevista... O bispo Landersdorfer elogiou "a harmoniosa colaboração da Igreja com o Estado" (embora os nazis já tivessem aprisionado muitos padres e freiras por razões políticas).

No dia 29 de Março de 1936, 45.453.691 alemães, ou 99% dos cidadãos aptos a votar, foram às urnas. Desses, 44.461.278, ou 98% dos que votaram, declararam sua aprovação à liderança de Hitler (os votos católicos foram virtualmente unânimes aprovando Hitler).

Uma carta pastoral conjunta (de todos os bispos alemães) foi lida durante as missas... em 3 de Janeiro de 1937, declarando que "os bispos alemães consideram-se no dever de apoiar o líder do Reich alemão com todos os meios que a Igreja Católica dispõe... Devemos mobilizar todas as forças morais e espirituais da Igreja a fim de fortalecer a confiança no Fuhrer" (Guenter Lewy, The Catholic Church ande Nazi Germany (McGraw-Hill, 1965), pp.106-109).

 

A essa altura ninguém poderia ignorar a crueldade de Hitler e os seus verdadeiros objectivos. Mesmo assim, líderes católicos (bem como a maioria dos clérigos protestantes) da Alemanha continuaram a honrar o seu companheiro católico. Dois livros que tratam do Reich e da Igreja, publicados com permissão eclesiástica, pediam por uma "maior compreensão do grande trabalho de renovação alemã, ao qual o Fuhrer nos tem convocado", a "maior tarefa espiritual do catolicismo alemão contemporâneo". Karl Adam, teólogo católico de renome mundial, declarou que o Nacional-Socialismo e o catolicismo, longe de estarem em conflito, "deveriam estar sempre juntos, como natureza e graça" e que em Adolf Hitler a Alemanha tinha encontrado finalmente o "verdadeiro chanceler do povo."  (Guenter Lewy, The Catholic Church ande Nazi Germany (McGraw-Hill, 1965), p. 108).

Uma minoria de homens valentes (tanto católicos como protestantes) opunha-se a Hitler, uns abertamente, outros em conspirações secretas. Algumas vozes levantavam-se em protesto público. Uma era a de um padre, o frei Muckermann, que se atreveu a expressar sua admiração e consternação:

"Apesar das brutalidades desumanas perpetradas nos campos de concentração... apesar dos insultos pessoais contra os príncipes da Igreja, contra o Santo Padre e toda a Igreja... os bispos encontraram palavras de apreciação para o que (ao lado do bolchevismo) era o seu pior inimigo... (Guenter Lewy, The Catholic Church ande Nazi Germany (McGraw-Hill, 1965), p. 211).

 

Dave Hunt - A Mulher Montada na Besta Vol I

 

 

HISTÓRIA DA IGREJA _ RAÍZES DE UMA ILUSÃO MODERNA

A promessa de Satanás feita a Eva de que ela poderia ser como Deus é a fundação da religião pagã mundial.

Para atingir essa meta o homem teria de se firmar e trabalhar muito, e assim nasceu a religião do esforço-próprio. Na verdade, as obras em vez de graça, sempre foi, e continua a ser a religião da qual o catolicismo romano é um exemplo perfeito.

A edificação da torre de Babel parece ter fornecido a credencial para a grande ilusão de que o homem pode atingir o céu por seu próprio esforço. É bem provável que Ninrode tenha sido o primeiro imperador a ser deificado, o que faz dele um percursor do Anticristo.

Babel (e a cidade da Babilónia construída mais tarde ao seu redor) foi o berço da crença num "destino superior" para toda a humanidade. Mais tarde esse sonho ficaria limitado às raças especiais, tais como os arianos, uma ideia que o nazismo de Hitler perseguiria a fim de destruir seis milhgões de judeus. Fazendo eco da mentira da serpente, Hitler diria: "O homem está a tronar-se um deus... Precisamos de homens livres que sintam e saibam que Deus está dentro deles próprios".

Os judeus, entretanto, não eram de modo algum homens, na prespectiva de Hitler, mas sim "Untermenschen" (subumanos), os quais ele resolveu exterminar pelo bem da raça ariana.

A teoria de Hitler da "pureza do sangue", que ele procurava obter através do extermínio dos judeus (sem qualquer oposição do Vaticano) teve a sua origem no antigo ocultismo. Ela estava ligada a um mítico Jardim do Éden nórdico, localizado na distante região conhecida como Hiperbórea. Lá, supostamente, uma raça ariana de homens deuses teria sido gerada por deuses que visitaram a terra. Nietzsche, cujos escritos muito influenciaram Hitler, iniciou a sua famosa obra "Anticristo" com a seguinte frase: "Vejamos por nós mesmos o que somos. Somos hiperboreanos (deuses)."

Mais uma vez se faz presente a mentira da serpente do Jardim do Éden.

O historiador Peter Viereck, vencedor de um prémio Pulitzer de jornalismo, encontrou as raízes do sonho nazi de raça superior de homens-deuses governando o mundo não apenas em Hegel e Nietzsche, mas em Wagner e uma porção de escritores românticos, e  em todos eles ecoava a mentira da serpente. O excerto seguinte é da conclusão do notável livro escrito por Viereck e oublicado em 1940, Meta-Politics: The Roots of the Nazi Mind (Meta-Política; As Raízes sa Mente Nazi).  Essa conclusão foi a que o editor original se recusou a incluir por ser radical demais, mas que em retrospectiva se mostrava incrívelmente acurada:

"Mein Kampf (Minha Luta, livro escrito por Hitler) já era um campeão de vendas muito antes que o povo germânico, votando livremente na eleição do Reichstag, em Setembro de 1930, aumentasse de 12 para 107 as cadeiras nazis, fazendo dele o maior partido da Alemanha. Naquele momento Hitler já havia dito em Minha Luta (usaremos uma das suas ameaças típicas): "Se no começo (da I Guerra Mundial) tivéssemos envenenado 12 ou 15 mil desses hebreus que subvertem o povo... então o sacrifício de um milhão de alemães no front não teria sido em vão... A eliminação oportuna de 12.000 andarilhos..."

O enigma germânico é: que tipo de comportamento poderiam esses milhões de eleitores pró-Hitler esperar, a partir de 1930, da mente monstruosa que engendrou essas ameaças de extermínio?... o seu livro não era um documento secreto... milhões de alemães o tinham... sendo que poucos o devem ter lido. Inclua-se entre os poucos leitores aqueles que o apoiavam em público e alguns influentes dignatários que tinham acesso à imprensa, rádio e outros meios para alertarem o público...

Algum dia os mesmos alemães, que agora vibram com a entrada triunfal de Hitler em Paris, dirão: "Não sabíamos o que estava a acontecer..." e quando chegar o dia em que ninguém dirá saber de coisa alguma, então serão ouvidas gragalhadas vindas do inferno. (Peter Viereck, Meta-Politics: The Roots of de Nazi Mind (Alfred A. Knopf, Inc.), 1941, edição de 1961, pp. 317-18).

 

Dave Hunt - A Mulher Montada na Besta Vol I

 

HISTÓRIA DA IGREJA _ CONSEQUÊNCIAS DA RELIGIÃO ESTATAL

Depois que o exército francês de Napoleão III derrotou Juarez e instituiu Maximiliano como imperador de México, este viu que não seria possível regressar ao antigo totalitarismo. O papa Pio IX ficou furioso e, indignado, escreveu a Maximiliano, exigindo que "a religião católica estivesse acima de todas as coisas, continuando a ser a glória e o sustentáculo da nação mexicana, com a exclusão de qualquer outro culto dissidente".  Que "instruções públicas ou particulares deveriam ser dirigidas e observadas  pelas autoridades eclesiásticas" e que ela não deveria ficar "sujeita à arbitrária regra do governo civil". (Emmet McLoughlin, An Inquiry  into the Assassination of Abraham Lincoln (The Citadel Press, 1977), pp. 80-82)

A pobreza e a instabilidade que desgraçaram a América Latina resultaram da união entre Igreja e Estado, e do poder sobre o governo que Roma, após tê-lo gozado durante séculos na Europa trouxe para o Novo Mundo em nome de Cristo.

Os clérigos romanos comportavam-se como deuses, dominando os nativos, que se tornaram seus criados. As revoluções nos países da América Latina foram, em grande parte, criadas pelo contraste entre a pobreza do povo e a riqueza da Igreja Católica Romana e os maus ditadores que ela sustentava.

A Teologia da Libertação foi pregada na América Latina pelos padres e freiras radicais, cujas consciências perturbadas já não podiam justificar a opressão das massas, tanto pela Igreja como pelo Estado.

Dezenas de outros exemplos poderiam ser citados, mas faremos isso mais adiante. A questão é que as raízes da aliança profana entre Igreja e Estado, com a Igreja a dominar, remetem-nos de volta a Babel. Ninrode fundou o primeiro império mundial, onde a Igreja e Estado eram um só. Esse é o império ideal que o catolicismo romano se tem esforçado ao máximo para estabelecar e manter. Como declarou o periódico The Catholic World na época do Vaticano I:

"Conquanto o Estado tenha alguns direitos, ele os tem apenas em virtude, e com a permissão da autoridade superior... da Igreja ... " ((The Catholic World, julho 1870, vol. xi, p. 439)

A antipatia do catolicismo romano pelas liberdades humanas básicas acabou por resultar em alianças com os governos totalitários de Hitler e Mussolini, que eram aclamados pelo papa e outros líderes católicos como homens escolhidos por Deus. Os católicos foram proibidos de se opôr a Mussolini e foram instigados a apoiá-lo. A Igreja virtualmente colocou o ditador fascista no poder (como faria com Hitler alguns anos depois). Em troca, Mussolini (na Concordata de 1929 com o Vaticano) tornou o catolicismo romano novamente a religião estatal oficial da Itália e qualquer crítica feita era considerada crime. À Igreja foram concedidos outros favores, inclusivé uma vasta soma em dinheiro e títulos.

 

Dave Hunt - A Mulher Montada na Besta Vol I

Próxima Nota: Raízes de Uma Ilusão Moderna

 

 

 

BASTA UMA MENTIRA...

Os fiéis católicos acreditam na mentira que afirma: _ Maria, na qualidade de mãe de Jesus, é co-redentora!

Contestação: A palavra de Deus nunca promoveu Maria a uma posição de igualdade com o Filho. Maria é Deus? Qual é a intenção da ICAR...? Colocar a humilde serva do Senhor como uma quarta pessoa da Trindade? Só assim se entendem os títulos de: Mãe de Deus, Advogada, Mediadora, Adjutora, Senhora, co-Redentora, Protetora, Rainha dos Céus, Mãe de todos, Intercessora, Sempre Virgem, Imaculada, Concebida sem pecado, e outros. O problema é que a Bíblia não dá respaldo a todas estas invenções!
O ÚNICO Redentor é Jesus, e como Redentor e Messias Ele foi esperado: "E virá um Redentor a Sião e aos que em Jacó se converterem da transgressão, diz o SENHOR." (Isaías 59:20)
Não lemos em lugar nenhum da Bíblia que, paralelamente, viria uma redentora, ajudante do Redentor, ou uma co-Redentora. Jesus declara: "O Espírito do Senhor está sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração; a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor". Lucas 4:18) Jesus cumpre a profecia de Isaías 61:1-2. A Bíblia não insinua sequer que Maria seria ungida para uma missão parecida. Leia: "O Senhor deu um salvador a Israel..." (2 Reis 13:5). Maria não poderia, em hipótese alguma, ser outra salvadora ou co-redentora e ao mesmo tempo precisar ser salva, precisar do Salvador como ela própria reconheceu. Ao contrário de Sua mãe, Jesus Cristo nunca se dirigiu ao Pai dizendo que precisava de salvação.
Quando Maria fez esta oração, com convicção e segurança no que dizia, ela igualou-se a todos, homens e mulheres, herdeiros da natureza pecaminosa do primeiro casal. Ela mostrou ser igual a todos os mortais. E não poderia ser de outra forma. É pecado eleger Maria como redentora ou co-redentora junto a Jesus,  no trabalho de salvação, ou coisa parecida. A Trindade é soberana, auto-suficiente, omnipresente, omnisciente, omnipotente, imutável, eterna. Não precisa da ajuda dos santos falecidos para executar seu plano de salvação da humanidade.
A Igreja de Cristo, que recebeu de Jesus poder e autoridade para, em Seu nome, expulsar demónios, curar enfermos e pregar o Evangelho em todo o mundo, pode e deve dar continuidade, ao trabalho do Salvador. Falamos da Igreja viva, atuante, visível. Jesus deu poderes a essa Igreja visível. Não deu poderes aos mortos, ainda que em vida tenham sido santos (Marcos 16:15-18). Quem pagou preço de sangue foi Jesus, não foi Maria.
Foto: Os fiéis católicos acreditam na mentira que afirma: _ Maria, na qualidade de mãe de Jesus, é co-redentora!Contestação: A palavra de Deus nunca promoveu Maria a uma posição de igualdade com o Filho. Maria é Deus? Qual é a intenção da ICAR? Colocar a humilde serva do Senhor como uma quarta pessoa da Trindade? Só assim se entendem os títulos de: Mãe de Deus, Advogada, Mediadora, Adjutora, Senhora, co-Redentora, Protetora, Rainha dos Céus, Mãe de todos, Intercessora, Sempre Virgem, Imaculada, Concebida sem pecado, eoutros. O problema é que a Bíblia não dá respaldo a todas estas invenções!O ÚNICO Redentor é Jesus, e como Redentor e Messias Ele foi esperado: "E virá um Redentor a Sião e aos que em Jacó se converterem da transgressão, diz o SENHOR." (Isaías 59:20)Não lemos em lugar nenhum da Bíblia que, paralelamente, viria uma redentora, ajudante do Redentor, ou uma co-Redentora. Jesus declara: "O Espírito do Senhor está sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração; a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor". Lucas 4:18) Jesus cumpre a profecia de Isaías 61:1-2. A Bíblia não insinua sequer que Maria seria ungida para uma missão parecida. Leia: "O Senhor deu um salvador a Israel..." (2 Reis 13:5). Maria não poderia, em hipótese alguma, ser outra salvadora ou co-redentora e ao mesmo tempo precisar ser salva, precisar do Salvador como ela própria reconheceu. Ao contrário de Sua mãe, Jesus Cristo nunca se dirigiu ao Pai dizendo que precisava de salvação.Quando Maria fez esta oração, com convicção e segurança no que dizia, ela igualou-se a todos, homens e mulheres, herdeiros da natureza pecaminosa do primeiro casal. Ela mostrou ser igual a todos os mortais. E não poderia ser de outra forma. É pecado eleger Maria como redentora ou co-redentora junto a Jesus,  no trabalho de salvação, ou coisa parecida. A Trindade é soberana, auto-suficiente, omnipresente, omnisciente, omnipotente, imutável, eterna. Não precisa da ajuda dos santos falecidos para executar seu plano de salvação da humanidade.A Igreja de Cristo, que recebeu de Jesus poder e autoridade para, em Seu nome, expulsar demónios, curar enfermos e pregar o Evangelho em todo o mundo, pode e deve dar continuidade, ao trabalho do Salvador. Falamos da Igreja viva, atuante, visível. Jesus deu poderes a essa Igreja visível. Não deu poderes aos mortos, ainda que em vida tenham sido santos (Marcos 16:15-18). Quem pagou preço de sangue foi Jesus, não foi Maria.

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