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NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

NASCIDOS CATÓLICOS

Amordaçados, sem liberdade de escolha, nascem assim, crescem assim e rumam ao inferno pensando que o purgatório existe. Enganados, seguem crendo em homens, na contramão daquela que dizem ser A Palavra de Deus.

FRAUDE E HISTÓRIA FORJADA _ DO CALVÁRIO ao RÉGIO PONTÍFICE

É necessário que se faça uma engenhosa modificação para que, da distorção de uma simples declaração: "Sobre esta pedra edificarei a minha igreja", surgisse o ofício petrino, a sucessão apostólica, a infalibilidade papal, e toda a pompa, cerimónia e poder que rodeiam o papa hoje.

Como declara um escritor católico de forma sarcástica: "Exige-se uma grande habilidade para se tomar uma declaração feita por um pobre carpinteiro a um pescador, igualmente pobre, e aplicá-la a um régio pontífice, que em breve passaria a ser chamado de «o Dono do Mundo»" (Peter de Rosa, Vicars of Christ: The Dark Side of the Papacy (Crown Publishers, 1988), p. 25)

Contudo, este é o fundamento "bíblico" sobre o qual a estrutura da Igreja Católica Romana está baseada. Incluindo a infalibilidade papal, a sucessão apostólica e uma intrincada hierarquia de padres, bispos, arcebispos e cardeais; o Magistério dos Bispos, o único que pode interpretar a Bíblia; a exigência de que, por suposta infalibilidade, o papa deve falar ex catedra a toda a Igreja em matéria de fé e moral, etc.

A verdade é que, nenhum destes conceitos é remotamente sugerido, muito menos estabelecido, quer seja em Mateus 16:18 ou em qualquer outro lugar das Escrituras. Esse facto é deixado de lado pelos apologistas católicos, que se voltam para  a "tradição" para apoiar as suas crenças. Ao fazer isso entram num labirinto de engano e verdadeira fraude.

Foram necessários muitos séculos para se desenvolver engenhosos argumentos para que, finalmente se chegasse à teoria de que o mesmo Cristo, que "não tinha onde reclinar a cabeça" (Mateus 8:20), viveu em pobreza e foi crucificado nú, deveria ser representado por um régio pontífice que possui palácios com mais de 1.100 salas cada um, é servido dia e noite por um batalhão de criados e usa as melhores roupas de seda bordadas com fios de ouro!

Que Cristo tenha delegado a Pedro tal pompa e luxo, o que nenhum dos dois conheceu, tem tanto de ridículo quanto de blasfemo.

As glórias e poderes desfrutados pelos papas não são, nem remotamente, mencionadas nos relatos existentes sobre a vida de pureza e pobreza de Pedro. O apóstolo-pescador declarou: "Não tenho prata nem ouro" (Atos 3:6). Os luxos do papa e suas pomposas declarações de autoridade sobre reis e reinos não eram conhecidos na Igreja até séculos mais tarde, quando papas ambiciosos começaram a estender gradualmente e a solidificar o seu domínio sobre os governantes. Os líderes supremos do catolicismo começaram a usar títulos como: "Supremo governante do mundo"; "rei dos reis". Outros afirmaram ser "Deus na terra", ou até mesmo "o redentor", que "penduramos na cruz como o fez Cristo", asseveraram que "Jesus colocou os papas no mesmo nível de Deus". (August Bernhard Hasler, How the Pope became Infallible (Doubleday & Co., Inc., 1981), p. 48)

Pedro teria denunciado tais fraudes pretenciosas como blasfémia.

Roma era a capital do Império Romano antes de Constantino mudar o seu palácio para o Oriente, por isso continuou sendo considerada como capital da porção Ocidental do Império. Com o Imperador Constantino instalado na cidade de Constantinopla (hoje Istambul), o papa desenvolveu um poder quase absoluto, não apenas como cabeça da Igreja, mas também como imperador do Ocidente.

Mais tarde, com a queda do Império Romano, o papado foi quem continuou a governar as ruínas fragmentadas. Thomas Hobbes disse: "O papado nada mais é do que o fantasma do finado Império Romano, sentado sobre o seu túmulo e com a coroa na cabeça".

W. H. C. Frend, professor emérito da história eclesiástica em seu clássico "The Rise of Christianity" ( A Ascensão do Cristianismo) frisa que, pelos meados do século V a Igreja "tinha se tornado o mais poderoso elemento nas vidas dos povos do império. A virgem e os santos haviam substituído os deuses pagãos e padroeiros das cidades".  (W. H. C. Frend, The Rise Of Christianity (Philadelphia, 1984), p. 773)

O papa Leão I (440-461) gabava-se que São Pedro e São Paulo haviam "substituído Rômulo e Remo como os padroeiros e protectores da cidade de Roma". (H. Chadwick, The Early Church (Wm. B. Eerdmans, 1976), p. 243.)

Frend escreve que a Roma cristã era a "legítima sucessora da Roma pagã... Cristo havia triunfado e Roma estava pronta a estender sua influência até aos próprios céus". (Frend, op. cit., p. 707)

 

Dave Hunt - A Mulher Montada na Besta Vol I

Próxima Nota: Releitura Desavergonhada da História

 

OBRIGADO Aloysio!

Por ter confirmado tudo o que tenho escrito aqui!

Obrigado por ter confirmado  que a Igreja Católica Romana se coloca acima da Palavra de Deus!

 

Suas palavras: "A igreja Católica é mãe da Bíblia, e não a Bíblia é mãe da Igreja."

 

Esse é o problema da ICAR.
Diz que a Bíblia é a Palavra de Deus, mas sobrepõe-se ao próprio Deus colocando-se acima da Sua Palavra! Obrigado por concordar com tudo o que tenho dito e escrito {#emotions_dlg.ok}

FRAUDE E HISTÓRIA FORJADA _ O DOGMA DESCONHECIDO

 

 

A fé cega exigida pelos pronunciamentos do papa e do clero parecem fazer sentido, pois a Igreja Romana é a maior e mais antiga.

Certamente esses bilhões de seguidores não poderiam ter sido enganados por mais de 1500 anos! Assim a fé é mantida pela suposta segurança de que a Igreja Católica Romana é a única igreja verdadeira, a única que pode ser rastreada até aos apóstolos originais, e cuja autoridade papal vem directamente de Cristo (através de Pedro), numa longa e ininterrupta linha de sucessão apostólica.

Como prova, a Igreja fornece uma lista completa dos seus papas (até agora foram 266) com ascendência desde Pedro. Poucos católicos sabem que os papas lutavam entre si, excomungavam-se mutuamente e, por vezes até se matavam uns aos outros. É difícil achar algum papa que, depois do século V, tenha exibido as virtudes cristãs básicas. As suas vidas, conforme registado na Catholic Encyclopedia, são comparáveis às novelas de TV em matéria de luxúria, loucura, ostentação e assassinatos. Contudo, todos esses mestres do crime, envenenadores, adúlteros e genocidas são considerados infalíveis quando falam ex catedra _ ou seja, fazem pronunciamentos dogmáticos sobre fé e moral a toda a Igreja.

Os apologistas católicos argumentam que existe uma diferença entre impecabilidade de carácter e conduta, que os papas certamente não tinham, e infalibilidade em matéria de fé e moral, o que todo o católico deve crer (cegamente) que eles possuem. ((Karl Keating, Catholicism and Fundamentalism: The Attack on "Romanism" by "Bible Christians" (Ignatius Press, 1988), pp. 215-218.)

É tolice acreditar que um homem que nega a fé e vive uma vida imoral, é infalível quando fala de fé e moral!

Os católicos que conhecem os factos, admitem prontamente que muitos papas foram terríveis. Mas argumentam que isso prova simplesmente que eles eram humanos e permite que, se temos consciência do que aconteceu, discordemos deles. Para os católicos faz sentido que, apesar da inegável maldade do seu clero, a Igreja Católica Romana seja a única esperança da humanidade.

Afinal de contas, ela foi fundada pelo próprio Cristo, que fez de Pedro o primeiro papa. Isto está, supostamente, comprovado nas Escrituras: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igrea" (Mateus 16:18).

Examinaremos detalhadamente esse versículo mais tarde!

 

Próxima nota: O Dogma Desconhecido

Dave Hunt - A Mulher Montada na Besta Vol I

FRAUDE E HISTÓRIA FORJADA _ "IMPECABILIDADE" versus "INFALIBILIDADE"

 

A fé cega exigida pelos pronunciamentos do papa e do clero parecem fazer sentido, pois a Igreja Romana é a maior e mais antiga.

 

Certamente esses bilhões de seguidores não poderiam ter sido enganados por mais de 1500 anos! Assim a fé é mantida pela suposta segurança de que a Igreja Católica Romana é a única igreja verdadeira, a única que pode ser rastreada até aos apóstolos originais, e cuja autoridade papal vem directamente de Cristo (através de Pedro), numa longa e ininterrupta linha de sucessão apostólica.

 

Como prova, a Igreja fornece uma lista completa dos seus papas (até agora foram 266) com ascendência desde Pedro. Poucos católicos sabem que os papas lutavam entre si, excomungavam-se mutuamente e, por vezes até se matavam uns aos outros. É difícil achar algum papa que, depois do século V, tenha exibido as virtudes cristãs básicas. As suas vidas, conforme registado na Catholic Encyclopedia, são comparáveis às novelas de TV em matéria de luxúria, loucura, ostentação e assassinatos. Contudo, todos esses mestres do crime, envenenadores, adúlteros e genocidas são considerados infalíveis quando falam ex catedra _ ou seja, fazem pronunciamentos dogmáticos sobre fé e moral a toda a Igreja.

 

Os apologistas católicos argumentam que existe uma diferença entre impecabilidade de carácter e conduta, que os papas certamente não tinham, e infalibilidade em matéria de fé e moral, o que todo o católico deve crer (cegamente) que eles possuem. ((Karl Keating, Catholicism and Fundamentalism: The Attack on "Romanism" by "Bible Christians" (Ignatius Press, 1988), pp. 215-218.)

 

É tolice acreditar que um homem que nega a fé e vive uma vida imoral, é infalível quando fala de fé e moral!

 

Os católicos que conhecem os factos, admitem prontamente que muitos papas foram terríveis. Mas argumentam que isso prova simplesmente que eles eram humanos e permite que, se temos consciência do que aconteceu, discordemos deles. Para os católicos faz sentido que, apesar da inegável maldade do seu clero, a Igreja Católica Romana seja a única esperança da humanidade.

 

Afinal de contas, ela foi fundada pelo próprio Cristo, que fez de Pedro o primeiro papa. Isto está, supostamente, comprovado nas Escrituras: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igrea" (Mateus 16:18).

 

Examinaremos detalhadamente esse versículo mais tarde!

 

 

Próxima nota: O Dogma Desconhecido

 

Escritor: Dave Hunt

 

 

 

FRAUDE E HISTÓRIA FORJADA _ DEIXE O SEU CÉREBRO NA ENTRADA

Tanto o papa, quanto a Igreja que o tem como cabeça, afirmam ser infalíveis. Os fiéis católicos não devem questionar coisa alguma que o papa ou a igreja digam com respeito à fé e à moral.

Os concílios e catecismo têm declarado durante séculos a necessidade dessa submissão completa e continuam insistindo sobre isso ainda hoje. O periódico The Catholic World (O Mundo Católico) lembrou a todos os católicos dos Estado Unidos, durante o Concílio Vaticano I: "Todos devem aceitar a fé e lei da Igreja... Ninguém tem o direito de questionar as razões da Igreja, a não ser Deus Todo-Poderoso... Devemos receber com inquestionável docilidade todas as instruções dads pela Igreja." (The Catholic World, agosto de 1871, vol. xiii, pp. 580-89.)

Temos aqui uma negação tão clara da responsabilidade moral do indivíduo quanto podemos encontrar em qualquer seita. A mesma exigência de submissão total foi feita pelo Vaticano II. O Código de Direito Canônico também reafirma esta regra:

"O cristão fiel, cônscio da sua responsabilidade, está obrigado pela obediência cristã a seguir o que os pastores sagrados declaram, uma vez que eles, como mestres da fé e representantes de Cristo, são os líderes da Igreja." (Coriden, et al., op. cit. Cânon 212, Secção 1)

No tocante à fé, à moral e ao caminho da salvação, os católicos devem deixar seus cérebros na porta de entrada da igreja e aceitar o que lhe é dito.

Não podem sequer estudar a Bíblia sozinhos, porque só o Magistério pode interpretá-la. Obviamente essa proibição da liberdade de consciência está relacionada com a total supressão dos direitos humanos básicos para toda a humanidade, que é o imutável objectivo do catolicismo romano.

Para compreender o catolicismo deve-se ignorar a postura pública e as ideias manifestadas pela Igreja Católica, promovidas pelo seu departamento de relações públicas. A maneira como Roma se apresenta ao mundo varia de país para país, dependendo do controle que exerce e do que pode realizar. Em vez disso, devemos analisar as doutrinas oficiais do catolicismo, que nunca mudam.

Muitos católicos e não-católicos achavam que o Vaticano II havia liberalizado o catolicismo. Na verdade, ele reafirmou os cânones e decretos de importantes concílios anteriores: "Este sagrado concílio aceita a lealdade e fé dos nossos ancestrais... e propõe novamente os decretos do Segundo Concílio de Necéia, do Concílio de Florença, e do Concílio de Trento". (Flannery, op. cit., vol. 1, p. 412)

O Concílio de Trento denunciou a Reforma e amaldiçoou as crenças evangélicas com mais de 100 anátemas. Todas estas condenações do Evangelho da graça de Deus são endossadas e reafirmadas pelo Vaticano II. Relativamente ao papa, ficou estabelecido claramente que: "O Pontífice Romano, cabeça do colégio de bispos, goza desta infalibilidade em virtude do seu ofício (não da sua santidade de vida), enquanto supremo pastor e mestre de todos os fiéis... ele proclama com absoluta decisão as doutrinas referentes à fé e à moral. Por essa razão suas definições são ditas correctamente, sendo irrefutáveis... em nenhuma hipótese carecendo de aprovação de outros e não admitindo apelação de qualquer outro tribunal.

... os fiéis, por seu lado, ficam obrigados a submeter-se às decisões dos seus bispos, feitas em nome de Cristo, sobre fé e moral e aderindo a elas com pronta e respeitosa fidelidade de consciência. Esta submissão leaç da vontade e do intelecto deve ser feita de um modo escpecial, à autoridade do autêntico ensino do Pontífice Romano, mesmo quando ele não fala ex catedra, com tal sabedoria que a suprema autoridade do seu ensino seja reconhecida com respeito e que se obedeça às suas decisões de acordo com a sua manifesta consciência e intenção ..." (Flannery, op. cit., vol. 1, pp. 379-380).

"OBRIGADOS A SUBMETER-SE ÀS DECISÕES DOS SEUS BISPOS... ESTA SUBMISSÃO LEAL DA VONTADE E INTELECTO DEVE SER FEITA..."!

Isso dá a Roma um poder incrível sobre os devotos católicos. Não importa que nem todo o católico obedeça. O que interessa é que tal palavra é "o ensino intensivo e imutável da Igreja", não só para os seus membros, mas para toda a humanidade.

Mesmo que muitos católicos se rebelem contra certas doutrinas da Igreja, eles permanecem ligados nominalmente a ela, emboram muitas vezes a frequentem apenas no Natal e na Páscoa. Contudo, quando se trata da esperança de ser salvo do purgatório (que não existe) e de alcançar o céu, nenhum católico pode questionar a Igreja para não ficar fora da sua protecção e ser condenado. O Concílio Vaticano II diz claramente:

"O santo Concílio ensina... que a Igreja... é necessária para a salvação... por conseguinte, não podem ser salvos aqueles que, sabendo que a Igreja Católica foi fundada por Deus através de Cristo, se recusarem a ingressar ou nela permanecer." (Flannery, op. cit., vol. 1, pp. 365-366).

LEMBRE-SE QUE HITLER E MUSSOLINI continuaram a ser católicos até ao fim e jamais foram excomungados pela Igreja. Isso também é válido para milhares dos piores criminosos de guerra nazis, que o Vaticano retirou da Europa e levou para lugares seguros na América do Sul. Esses grandes criminosos foram honrados com funerais católicos, assim como os membros da Máfia, que morrem com a segurança de que a sua Igeja continuará a rezar missas a fim de os retirar do purgatório e levá-los para o céu. É uma política de segurança que poucos conseguem ignorar completamente.

 

Autor: Dave Hunt

Próxima nota: "Impecabilidade" Versus "Infalibilidade"

 

 

APOSTASIA

Como é que há cristãos verdadeiros a compartilhar frases deste apóstata?
Como é que se dá credibilidade a um homem que nega as doutrinas bíblicas e o próprio Jesus Cristo?
Parece que as declarações do papa Chico já foram retiradas do site oficial e que a ICAR já veio desmenti-lo {#emotions_dlg.sidemouth} mais do mesmo, portanto!
Graças a Deus que houve quem já tivesse copiado o texto. Um excerto: "Em suas últimas revelações , o Papa Francisco disse: "Por meio da humildade, da introspecção e contemplação orante ganharam uma nova compreensão de certos dogmas. A igreja já não acredita em um inferno literal , onde as pessoas sofrem. Esta doutrina é incompatível com o amor infinito de Deus. Deus não é um juiz , mas um amigo e um amante da humanidade. Deus nos procura não para condenar, mas para abraçar . Como a história de Adão e Eva,  nós vemos o inferno como um artifício literário. O inferno é só uma metáfora da alma exilada (ou isolada), que, como todas as almas em última análise, estão unidos no amor com Deus."
O único interessado em que as doutrinas bíblicas sejam negadas é o Diabo! Por isso, não me venham dizer que este papa é um homem de Deus! ACORDEM!
Vejam tudo o que o papa Chico disse, que não devia ter dito aqui:
http://blogdorobsonfreitas.blogspot.pt/2014/01/nao-ha-fogo-no-inferno-adao-e-eva-nao.html
Foto: Como é que há cristãos verdadeiros a compartilhar frases deste apóstata?Como é que se dá credibilidade a um homem que nega as doutrinas bíblicas e o próprio Jesus Cristo? Parece que as declarações do papa Chico já foram retiradas do site oficial e que a ICAR já veio desmenti-lo :( mais do mesmo, portanto! Graças a Deus que houve quem já tivesse copiado o texto. Um excerto:"Em suas últimas revelações , o Papa Francisco disse: "Por meio da humildade, da introspecção e contemplação orante ganharam uma nova compreensão de certos dogmas. A igreja já não acredita em um inferno literal , onde as pessoas sofrem. Esta doutrina é incompatível com o amor infinito de Deus. Deus não é um juiz , mas um amigo e um amante da humanidade. Deus nos procura não para condenar, mas para abraçar . Como a história de Adão e Eva,  nós vemos o inferno como um artifício literário. O inferno é só uma metáfora da alma exilada (ou isolada), que, como todas as almas em última análise, estão unidos no amor com Deus." O único interessado em que as doutrinas bíblicas sejam negadas é o Diabo! Por isso, não me venham dizer que este papa é um homem de Deus! ACORDEM!Vejam tudo o que o papa Chico disse, que não devia ter dito aqui:http://blogdorobsonfreitas.blogspot.pt/2014/01/nao-ha-fogo-no-inferno-adao-e-eva-nao.html

FRAUDE E HISTÓRIA FORJADA _ OS PAPAS

"O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; ..." (Óseias 4:6)

 

A Primeira Sé (Roma/papado) por ninguém é julgada. É somente do pontífice romano o direito de Julgar... aqueles que desempenham os mais elevados cargos civis num estado... Não existe apelo nem recurso contra uma decisão ou decreto do pontífice romano. - Código de Direito Canônico (James A. Coriden, Thomas J. Green, Donald E. Heintschel, eds., The Code of Canon Law (Paulist Press, 1985, Cânons 1404, 1405 e 333, sec. 3, pp. 951, 271)

Os papas têm sido, ao longo da história, as figuras religiosas e políticas mais importantes da terra.

Isso, infelizmente, continua a ser verdade mesmo que o papa já não tenha ao seu dispôr os exércitos e as tropas armadas dos pontífices romanos do passado.

O papado é indispensável para o catolicismo, que, deverá desempenhar um papel vital nos últimos dias, antes da segunda vinda de Jesus Cristo. Por isso, devemos estudar bastante para podermos entender melhor o papado e a sua relação tanto com a Igreja, como com o mundo.

_ Como surgiu o ofício papal?

_ Qual é o seu significado hoje?

O número de seguidores do Vaticano é, segundo as estatísticas, três vezes maior do que o número de cidadãos de qualquer democracia ocidental, sendo superados apenas pela população da China. Mais importante ainda, os seus membros estão espalhados por todo o mundo e muitos deles têm altos cargos políticos, militares e comerciais em países que não são católicos.

Além disso, o papa dispõe de milhares de agentes secretos espalhados pelo mundo inteiro. Isso incluí os Jesuítas, os cavaleiros de Colombo, cavaleiros de Malta, Opus Dei e outros. O serviço secreto do Vaticano, com todos os recursos de que dispõe, é inigualável.

Na maioria das vezes, o poder político do papa é exercido nos bastidores, em alguma ocasiões em cooperação com (e outras vezes contra) a CIA, a Inteligência Britânica, a Mossad de Israel, e outros serviços de inteligência como a extinta PIDE. Lembrem-se de que os seus milhões de súbditos estão presos ao papado por laços religiosos, que são muito mais fortes do que a lealdade política.

O católico típico, embora possa discordar da sua Igreja, no que toca a assuntos como a homossexualidade, aborto, sexo extraconjugal, anticoncepcionais e a nessecidade da confissão, ainda acredita que, quando chegar a hora da morte, Roma é a sua única esperança. O papa, como "vigário de Cristo", oferece uma realidade visível e uma expressão prática para tal esperança. A posição extraordinária do papa em relação aos membros da Igreja foi expressa de maneira concisa na publicação romana La Civilta Cattolica, que um documento papal descreveu em meados do século XIX como: "O mais puro órgão jornalístico da verdadeira doutrina da igreja" (J. H. Ignaz von Dollinger, The Pope and the Council (London, 1869), p. 3.)

"Não é suficiente que as pessoas apenas saibam que o papa é o cabeça da Igreja... elas devem saber também que a sua própria fé e vida religiosa emanam dele; ele é o laço que une os católicos uns aos outros, o poder que os fortalece e a luz que os guia, aquele que distribui as graças espirituais, o dador dos benefícios da religião, promotor da justiça e protector dos oprimidos." (La Civilta Cattolica, 1867, vol. xii, p. 86)

Palavras semelhantes foram ditas pelos seguidores de Joseph Smith, Sun Myung Moon, e outros líderes de seitas. O papa é "outro Cristo" e "Deus na terra" para os seus seguidores, e, como diz o Vaticano II, não pode ser julgado por nenhum homem ou tribunal. (Austin Flannery, O. P., editor geral, Vatican Council II: The Conciliar and Post Conciliar Documents (Costello Publishing, 1988 Revised Edition), P. 380.

Graças a Deus que nos resgatou da mentira e nos salvou de homens que dizem ser o próprio Cristo, visto afirmarem ter os atributos que só o Senhor Jesus tem! Cristo é o cabeça da Sua Igreja! Ele só! Ele só!

 

Na próxima nota: Deixe o Seu Cérebro na Entrada.

Autor: Dave Hunt

 

 

PISANDO O SANGUE DOS MÁRTIRES.

Assinar um acordo ecuménico com a ICAR é pisar a pés o sangue dos mártires!

Vamos ver alguns fragmentos da Declaração "Dominus Jesus" assinada pelo cardeal  Joseph Ratzinger,  e ratificada pelo papa João Paulo II em  6-08-2000, que refere alguns pressupostos para quem aceitar o ecumenismo:

 

"O perene anúncio missionário da Igreja é hoje posto em causa por teorias de índole relativista, que pretendem justificar o pluralismo religioso, não apenas de facto, mas também de iure (ou de principio). Daí que se considerem superadas, por exemplo, verdades como… a mediação salvífica universal da Igreja, a não separação, embora com distinção, do Reino de Deus, Reino de Cristo e Igreja, a subsistência na Igreja Católica da única Igreja de Cristo. Na raiz destas afirmações encontram-se certos pressupostos, de natureza tanto filosófica como teológica, que dificultam a compreensão e a aceitação da verdade revelada… a tendência, enfim, a ler e interpretar a Sagrada Escritura à margem da Tradição e do Magistério da Igreja. E o mistério de Jesus Cristo e da Igreja perdem o seu carácter de verdade absoluta e de universalidade salvífica".

Isto quer dizer, usando palavras mais simples, que ninguém deve ler e interpretar a Bíblia sem a intermediação do Magistério da ICAR. Revela-se aqui um grande cuidado para que os católicos, adeptos do ecumenismo, não se disponham a examinar livremente as Escrituras sem levar em conta a Tradição, que a ICAR diz ter a mesma autoridade da Bíblia. Isto é um  alerta ao perigo do contágio ecuménico, para evitar que o "vírus" da verdade protestante e bíblica  não se propague ainda mais. Será que os cristãos verdadeiros não sabem ler nas entrelinhas?

 

Prosseguindo:

"Nem sempre se tem presente essa distinção na reflexão hodierna, sendo frequente identificar a fé teologal, que é aceitação da verdade revelada por Deus Uno e Trino, com crença nas outras religiões, que é experiência religiosa ainda à procura da verdade absoluta e ainda carecida do assentimento a Deus que Se revela."  (Dominus Jesus)

Conforme vemos, à medida que a Declaração  avança para o fim, as palavras tornam-se mais duras, diretas e específicas. Se no princípio eram ambíguas para não assustar a presa,  agora elas revelam-se sem nenhum receio de declarar o que a Igreja Católica pensa dos não católicos, de pessoas como eu e tu.

 

"Os fiéis são obrigados a professar que existe uma continuidade histórica — radicada na sucessão apostólica — entre a Igreja fundada por Cristo e a Igreja Católica: Esta é a única Igreja de Cristo". (Dominus Jesus)

Se os não católicos (protestantes, evangélicos) desejam participar da Igreja de Cristo (aceitando o pacto ecuménico), então que reconheçam, professem e declarem que a Igreja Católica é a única verdadeira, a única instituída por Cristo. Não reconhecer a ICAR como única igreja verdadeira e aceitar o ecumenismo é falsidade, ou falta de entendimento.

 

Vejam: 

"Esta Igreja, como sociedade constituída e organizada neste mundo, subsiste [subsistit in] na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele. Com a expressão « subsistit in », o Concílio Vaticano II quis harmonizar duas afirmações doutrinais: por um lado, a de que a Igreja de Cristo, não obstante as divisões dos cristãos, continua a existir plenamente só na Igreja Católica e, por outro, a de que  existem numerosos elementos de santificação e de verdade fora da sua composição, isto é, nas Igrejas e Comunidades eclesiais que ainda não vivem em plena comunhão com a Igreja Católica. Acerca destas, porém, deve afirmar-se que o seu valor deriva da mesma plenitude da graça e da verdade que foi confiada à Igreja Católica".

"Existe portanto uma única Igreja de Cristo, que subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele. As Igrejas que, embora não estando em perfeita comunhão com a Igreja Católica, se mantêm unidas a esta por vínculos estreitíssimos, como são a sucessão apostólica e uma válida Eucaristia, são verdadeiras Igrejas particulares… Por isso, também nestas Igrejas está presente e actua a Igreja de Cristo, embora lhes falte a plena comunhão com a Igreja católica, enquanto não aceitam a doutrina católica do Primado que, por vontade de Deus, o Bispo de Roma objectivamente tem e exerce sobre toda a Igreja". (Dominus Jesus)

Insistindo na mentira de que Pedro teria sido o 1º papa, a ICAR afirma que "as outras igrejas possuem elementos de santificação, mas não plena, porque não estão vinculadas à Igreja-Mãe". Dizer que existem elementos de santificação e de verdade nas outras igrejas, deixa margem a dúvidas. É ambíguo. 

O que é que significa "possuir elementos de santificação e verdade" e não ser Igreja de Cristo, não ser santa nem verdadeira?  Todas as igrejas que se dizem cristãs evanélicas e mantêm laços com a "Depositária da Verdade" podem usufruir das benesses da graça divina,mas, derivada da graça revelada à Igreja de Roma. Os não católicos, segundo o documento, não podem obter a graça de Deus sem terem a "única igreja verdadeira" como intermediária.

 

"As Comunidades eclesiais, invés, que não conservaram um válido episcopado e a genuína e íntegra substância do mistério eucarístico, não são Igrejas em sentido próprio. Os que, porém, foram baptizados nestas Comunidades estão pelo Baptismo incorporados em Cristo e, portanto, vivem numa certa comunhão, se bem que imperfeita, com a Igreja. ... "Os fiéis não podem, por conseguinte, imaginar a Igreja de Cristo como se fosse a soma — diferenciada e, de certo modo, também unitária — das Igrejas e Comunidades eclesiais; a Eucaristia e da plena comunhão na Igreja"... "Daí a necessidade de manter unidas estas duas verdades: a real possibilidade de salvação em Cristo para todos os homens, e a necessidade da Igreja para essa salvação…". (Dominus Jesus)

Confuso? Não somos  igreja, mas podemos batizar, e os batizados são incorporados a Cristo, mas... há necessidade de ingressarem na Igreja Católica para serem salvos. Ambíguo. Somos ou não somos Corpo de Cristo. Somos ou não somos cristãos. Somos ou não somos filhos de Deus adoptados em Cristo. A declaração mais estapafúrdia é a de que os homens precisam da Igreja Católica para serem salvos. Este ecumenismo é de sentido único; todos os que o assinarem têm que se submeter à ICAR, aos seus dogmas, doutrinas e apostasia. 

 

"Para aqueles que não são formal e visivelmente membros da Igreja (Católica Romana), a salvação de Cristo torna-se acessível em virtude de uma graça que, embora dotada de uma misteriosa relação com a Igreja, todavia não os introduz formalmente nela, mas ilumina convenientemente a sua situação interior… Seria obviamente contrário à fé católica considerar a Igreja como um caminho de salvação ao lado dos constituídos pelas outras religiões, como se estes fossem complementares à Igreja, ou até substancialmente equivalentes à mesma, embora convergindo com ela para o Reino escatológico de Deus". (Dominus Jesus)

O ecumenismo, para a igreja de Roma,  representa incorporação e adesão. O Vaticano não entende que só Jesus Cristo é o caminho para a salvação;  nenhuma igreja é caminho de salvação. O Caminho é Jesus. Aquele que crê n'Ele será salvo, e passa a fazer parte da verdadeira Igreja de Cristo. Em todo o documento a ser assinado pelos que desejam o ecumenismo, está impressa a crença de que a Igreja Católica é o Caminho, e de que fora dela não há salvação. Ser batizado, participar dos Sacramentos e pertencer à Igreja-Mãe são condições essênciais à salvação.

Nada mais contrário ao ensino das Sagradas Escrituras. O Corpo de Cristo é o somatório de todos os salvos em Cristo, vivos ou mortos, de todas as épocas.

 

Terminando:

"Com efeito, algumas orações e ritos das outras religiões podem assumir um papel de preparação ao Evangelho… Não se lhes pode porém atribuir a origem divina nem a eficácia salvífica ex opere operato, própria dos sacramentos cristãos". ... "Se é verdade que os adeptos das outras religiões podem receber a graça divina, também é verdade que objectivamente se encontram numa situação gravemente deficitária, se comparada com a daqueles que na Igreja têm a plenitude dos meios de salvação".  (Dominus Jesus)

As palavras do Vaticano revelam toda a plenitude do seu exclusivismo. Agora, tudo fica bem claro. Não há salvação para os que estão fora da ICAR. A situação destes é grave e deficitária, pois só Roma tem a plenitude dos meios de salvação.

MENTIRA! Só os protestantes, os que saíram do jugo da ICAR, têm o único e verdadeiro caminho de salvação: JESUS CRISTO. Ser ecuménico é deitar a nossa salvação para o lixo, retrocedendo para uma vida de mentiras,  na qual a Palavra de Deus não tem qualquer autoridade!

Sou de Cristo, não d'uma qualquer instituição.

 

 

 

 

 

EU SOU EXCOMUNGADA PELA ICAR! EU SOU DE CRISTO!

Para vergonha do mundo cristão, muitos (in)fiéis são adeptos do ecumenismo...

Mas, será que sabem o que significa assinar acordos com a Igreja Católica Romana? Será que entendem o que significa concordar com as mentiras de uma doutrina apóstata que há muitos séculos se desviou das Escrituras?

Analisemos o significa o ecumenismo:

 

Convocado pelo papa Paulo III, o Concílio de Trento (1545-1563) condenou com anátemas todas as teses reformistas dos protestantes acerca da Fé Católica e dos Sacramentos. Vejamos alguns dos cânones.

 

"Cân. 13. Se alguém disser que para conseguir a remissão dos pecados é necessário a todo homem crer certamente e sem hesitação alguma, mesmo em vista da fraqueza e falta de preparação próprias, que os pecados lhe foram perdoados — seja excomungado".

Como podem os cristãos que se dizem remidos únicamente por Jesus Cristo assinar ou compactuar assinando um acordo com quem afirma o contrário?

 

Antes de prosseguirmos, convém esclarecer que tais decisões estão em vigor, nunca foram revogadas. O Código de Direito Canônico, cânon 333, parágrafo 3, declara: Não há apelação ou recurso contra uma sentença ou decreto do pontífice romano".

A desobediência ao Papa, "Vigário de Cristo", continua a ser a maior das heresias. O dogma da infalibilidade papal também impede sejam revogadas quaisquer decisões anteriores.

 

"Cân. 1. Se alguém disser que os sacramentos da Nova Lei não foram todos instituídos por Jesus Cristo Nosso Senhor, ou que são mais ou menos que sete, a saber: Batismo, Confirmação, Eucaristia, Penitência, Extrema-Unção, Ordem e Matrimónio; ou que algum destes sete não é verdadeira e propriamente sacramento — seja excomungado".

 

"Cân. 4. Se alguém disser que os sacramentos da Nova Lei não são necessários para a salvação, mas supérfluos; e que sem eles ou sem o desejo deles, só pela fé os homens alcançam de Deus a graça de justificação — ainda que nem todos [os sacramentos], seja  excomungado".

 

"Cân. 6. Se alguém disser que os sacramentos da Nova Lei não encerram a graça que significam; ou que não conferem a graça aos que lhes não opõem óbice, como se fossem apenas sinais externos da graça ou justiça recebida pela fé, e certos sinais da Religião cristã, com que entre os homens se distinguem os fiéis dos infiéis — seja excomungado".

 

"Cân. 8. Se alguém disser que pelos mesmos sacramentos da Nova Lei não se confere a graça só pela sua recepção (ex opere operato), mas que para receber a graça basta só a fé na promessa divina — seja excomungado".

 

Cân. 10. Se alguém disser que todos os cristãos têm o poder de administrar a palavra de Deus e todos os sacramentos — seja excomungado".

 

"Cân. 3. Se alguém disser que na Igreja Romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, não reside a verdadeira doutrina acerca do sacramento do Batismo — seja excomungado".

 

"Cân. 12. Se alguém disser que ninguém deve ser batizado senão na idade em que Cristo se deixou batizar, ou na hora da morte – seja excomungado".

 

Todos nós, cristãos separados por Deus, comprados e remidos pelo Senhor Jesus, fiéis às doutrinas bíblicas, que continuamos a pensar da mesma forma e continuamos a  desobedecer ao papa, rejeitando todos os dogmas antibíblicos estamos excomungados.

Como pode um cristão fiel às Escrituras ser ecuménico? Será que deixámos de ser malditos (anátemas), para a igreja apóstata e para o seu vigário? Será que vamos deixar de ser "um bando de hereges" que aceitaram Jesus Cristo como único Senhor e Salvador, que têm na Palavra de Deus a única regra de fé e prática, para passar a comungar das heresias daquela que diz ser "a única igreja verdadeira"?

No período das trevas, no tempo em que as fogueiras da Inquisição queimavam continuamente, a excomunhão – apartar todos os que não se dobravam ao papa e às heresias da igreja apóstata da comunhão da Igreja – era uma arma poderosa nas mãos do catolicismo. Diante dessa ameaça, até reis e príncipes tremiam e temiam.

Ser ecuménico, significa passar a fazer parte da apostasia. Significa que "pecamos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, e que já não resta mais sacrifício pelos pecados, Mas uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar-nos junto com os que antes eram os nossos adversários." - Hebreus 10:26-27

Ser ecuménico significa aceitar isto:

"Entre os preceitos divinos, está a obrigação de ingressar na Igreja Católica, instituída por Jesus Cristo como meio único de salvação para todos os homens. Como consequência, a condição do católico é essencialmente diferente da condição do não católico. O católico, pelo fato de pertencer à Igreja verdadeira, não tem motivo algum para duvidar de que esteja na posse da verdade. O não católico está em condição perfeitamente inversa. De maneira que tem todo motivo para duvidar de sua posição religiosa. E se estiver de boa fé, mais facilmente será levado a perceber a falta de fundamento para suas convicções".

 

É oportuno ouvirmos a voz de Deus que nos alerta: "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." - Apocalipse 18:4

 

 

MARIA _ A FALÁCIA DOS ARGUMENTOS DA ICAR

Argumentos que a Igreja Católica Romana usa para justificar os títulos pós-morte que atribuiu A Virgem Maria, argumentos dos que defendem a adoração a Maria, sua atuação como Mediadora e Padroeira, sua qualidade de Mãe de Deus, e outros títulos e missões que lhe foram entregues por homens desobedientes à Palavra de Deus:

 

1_ "todas as gerações me chamarão bem-aventurada," (Lucas 1:48) _ Esta declaração de Maria é apresentada para justificar o culto que lhe instituiram.

 

Contestação: O dicionário Aurélio diz: "bem-aventurado" quer dizer muito feliz. É também a situação "daquele que, depois da morte, desfruta da felicidade celestial eterna". Significa "santo".

Jesus chamou bem-aventurados aos pobres de espírito, aos que choram, aos mansos, aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacificadores, e aos que sofrem perseguição por causa da justiça (Mateus 5:3-10). A Bíblia diz: "Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor, que em seus mandamentos tem grande prazer". (Salmo 112:1); "Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte;" (Apocalipse 20:6); "Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, pois não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai que está nos céus" (Mateus 16:17).

Há muitas outras bem-aventuranças: Salmos 1:1; 2:12; 32:1; 106:3; 119:1; 146:5; Mateus 24:46; Apocalipse 22:7. A Bíblia ensina de forma clara que: bem-aventurados somos todos nós que seguimos a Jesus. Essa felicidade (bem-aventurança) não nos dá o direito de sermos adorados, quer em vida, quer depois da morte. A bem-aventurança que nós asseguramos em vida, pela aceitação do SENHORIO de Jesus, estende-se por toda a eternidade. O facto de Maria ter sido chamada "Bem-aventurada", não significa uma doutrina, mandamento ou ensino no sentido de lhe prestarmos culto.

 

2_ Numa festa de casamento, em Caná da Galiléia, Maria disse aos empregados: "Fazei tudo o que ele vos disser". (João 2:5)

 

Contestação: Essa passagem é muito citada pelos que cultuam Maria. Não consigo ver passagem  nenhum motivo para justificar tal culto. Se a declaração fosse de Jesus, ordenando que os serviçais obedecessem em tudo à sua mãe, poderíamos parar para meditar. Mas não foi assim. Maria, percebendo que Jesus estava disposto a operar o milagre da transformação da água em vinho, recomendou aos empregados que seguissem à risca as instruções do Mestre. Só isso. Nada mais do que isso. A história morreu aí. Mas, se quisermos admitir a remota hipótese de que Maria falava às gerações futuras, lembremo-nos o que Jesus disse: "Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás" (Mateus 4.10). Este simples mandamento, exclui Maria de qualquer espécie de adoração. Como cristãos, devemos realmente ouvir o conselho de Maria: façamos tudo o que Jesus nos ordena. O que aconteceu nas bodas de Caná deve servir, refletirmos: Quando Maria transferiu a resolução do problema (transformar a água em vinho) para Jesus, mostrou a sua incapacidade de o resolver. 

Se ela fosse "Mãe de Deus" não teria poderes para transformar água em vinho?

Ou será que, naquela época, ela ainda não era mãe de Deus?

Só passou a sê-lo após sua morte?  Maria não operava milagres em vida, nem os opera depois de sua morte.

 

3_ "Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa." (João 19:26-27) Para tentar justificar o injustificavel, os líderes da ICAR lançam mão destes versículos para afirmar: Maria é noss mãe espiritual, porque Jesus a entregou aos cuidados de um discípulo, e nós somos discípulos de Jesus.

 

Contestação: Jesus, momentos antes de morrer, disse à sua mãe: "Mulher, eis aí o teu filho" e disse ao discípulo a quem Ele amava: "Eis aí tua mãe". "E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa". Resumindo: Jesus entregou sua mãe aos cuidados do discípulo querido, João. Jesus deu exemplo de um grande amor filial, lembrando-se de sua mãe num momento de grande agonia. A intenção de Jesus não foi constituir a  Maria mãe espiritual da humanidade.

 

4_ Maria é mãe de Deus porque Jesus é Deus e ela é Sua mãe!

 

Contestação: Racionalmente, se isto fosse verdade, podíamos dizer que Deus é filho adotivo de José. Será José padrasto de Deus?

Maria foi um instrumento usado por Deus, no Seu plano de salvação da humanidade, para que o Verbo se fizesse carne. Se Maria, aquela Maria, não estivesse disponível, se ela não amasse o Senhor de todo o coração, alma e entendimento, Ele escolheria outra Maria... uma que estivesse pronta para O servir.

 

5_ Maria, na qualidade de mãe de Jesus, é co-redentora!

 

Contestação: A palavra de Deus não promoveu Maria a uma posição de igualdade com o Filho. Maria é Deus? Qual é a intenção da ICAR? Colocar a humilde serva do Senhor como uma quarta pessoa da Trindade? Só assim se entendem os títulos de: Mãe de Deus, Advogada, Mediadora, Adjutora, Senhora, co-Redentora, Protetora, Rainha dos Céus, Mãe de todos, Intercessora, Sempre Virgem, Imaculada, Concebida sem pecado, e

outros. O problema é que a Bíblia não dá respaldo a todas estas invençoes!

O ÚNICO Redentor é Jesus, e como Redentor e Messias Ele foi esperado: "E virá um Redentor a Sião e aos que em Jacó se converterem da transgressão, diz o SENHOR." (Isaías 59:20)

Não lemos em lugar nenhum da Bíblia que, paralelamente, viria uma redentora, ajudante do Redentor, ou uma co-Redentora. Jesus declara que "O Espírito do Senhor está sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração; a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor". Lucas 4:18) Jesus cumpre a profecia de Isaías 61:1-2. A Bíblia não insinua sequer que Maria seria ungida para uma missão parecida. Leia: "O Senhor deu um salvador a Israel..." (2 Reis 13:5). Maria não poderia, em hipótese alguma, ser outra salvadora ou co-redentora e ao mesmo tempo precisar ser salva, precisar do Salvador como ela própria reconheceu. 

Ao contrário de Sua mãe, Jesus Cristo nunca se dirigiu ao Pai dizendo que precisava de salvação.

Quando Maria fez esta oração, com convicção e segurança no que estava dizendo, ela igualou-se a todos, homens e mulheres, herdeiros da natureza pecaminosa do primeiro casal. Ela mostrou ser igual a todos os mortais. E não poderia ser de outra forma. É pecado eleger Maria como redentora ou co-redentora junto a Jesus,  no trabalho de salvação, ou coisa parecida. A Trindade é soberana, auto-suficiente, omnipresente, omnisciente, omnipotente, imutável, eterna. Não precisa da ajuda dos santos falecidos para executar seu plano de salvação da humanidade.

A Igreja de Cristo, que recebeu de Jesus poder e autoridade para, em Seu nome, expulsar demónios, curar enfermos e pregar o Evangelho em todo o mundo, pode e deve dar continuidade, ao trabalho do Salvador. Falamos da Igreja viva, atuante, visível. Jesus deu poderes a essa Igreja visível. Não deu poderes aos mortos, ainda que em vida tenham sido santos (Marcos 16:15-18). Quem pagou preço de sangue foi Jesus, não foi Maria.

 

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